O Privilégio dos Caminhos: Pai...

27-01-2012
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Pai...pegue logo o cavalete, tela virgem, seus pincéis.devolva minha menina,que o tempo arrastou sem pedir e não mais sei onde está.apenas sei que perdi!trance meus cabelos em cachos, madrigado nos trigais.risque olhos de esperança, catada nos capinzais.busque nas rosas vermelhas o colorido das faces, deixado em nossos quintais.a cambraia de meu vestido brilhando na goma caseira, o meu jeito pequenino, de andar meigo e faceiro.tire pai..desta palheta!com leve toque de marta, pinçado em fibras mágicas, apague estas todas marcas, desmanche esta cor tristeza, seque o cinza destas lágrimas.pinte um sorriso branco, que ecoe em cada canto.tire pai...o meu quebranto!faça um bouquet de gerânios , colhido em nossos jardins,farto de todos os tons...derramados sobre mimquero de fundo a varanda, aonde as histórias chegavam junto com o entardecer, braçadas de buganvília florando na cerca viva, feito rameira atrevida...que dava gosto de verpinte ,risos ...cantoriascobra-cega ...passa anelfolguedos de pique escondecom matizes do arco-íris...despontando lá nos montesporque tinta há de sobrar...pinte sua mão na minha, benza com reza e magia...que é pra nunca mais soltar!nanamerij encontrado no blog da autora aqui


Pai...pegue logo o cavalete, tela virgem, seus pincéis.devolva minha menina,que o tempo arrastou sem pedir e não mais sei onde está.apenas sei que perdi!trance meus cabelos em cachos, madrigado nos trigais.risque olhos de esperança, catada nos capinzais.busque nas rosas vermelhas o colorido das faces, deixado em nossos quintais.a cambraia de meu vestido brilhando na goma caseira, o meu jeito pequenino, de andar meigo e faceiro.tire pai..desta palheta!com leve toque de marta, pinçado em fibras mágicas, apague estas todas marcas, desmanche esta cor tristeza, seque o cinza destas lágrimas.pinte um sorriso branco, que ecoe em cada canto.tire pai...o meu quebranto!faça um bouquet de gerânios , colhido em nossos jardins,farto de todos os tons...derramados sobre mimquero de fundo a varanda, aonde as histórias chegavam junto com o entardecer, braçadas de buganvília florando na cerca viva, feito rameira atrevida...que dava gosto de verpinte ,risos ...cantoriascobra-cega ...passa anelfolguedos de pique escondecom matizes do arco-íris...despontando lá nos montesporque tinta há de sobrar...pinte sua mão na minha, benza com reza e magia...que é pra nunca mais soltar!nanamerij encontrado no blog da autora aqui

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