CDS-PP: Concelhia de Lisboa

30-06-2011
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O CDS-PP apoia o eventual reforço do actual contingente da GNR estacionado em Timor-Leste, desde que isso seja solicitado pelas autoridades timorenses, disse hoje em Díli o presidente do partido, José Ribeiro e Castro. «O CDS está disposto a aceitar o reforço se isso for solicitado e sabe- se que isso é falado. Mas se isso for solicitado, o CDS não terá dificuldade em apoiar essa decisão», disse.Ribeiro e Castro falava à Lusa e RTP no final da visita que efectuou hoje ao quartel da GNR, no âmbito da deslocação de quatro dias a Timor-Leste, iniciada domingo, tendo destacado a «excelência» do desempenho dos militares portugueses.«Portugal pode estar orgulhoso do desempenho destes homens, que à semelhança de outras missões em que estão elementos das forças armadas, da GNR e da PSP, prestigiam o nome de Portugal», adiantou.«Apoiamos, como partido da oposição, a decisão do governo em enviar a GNR. Conhecíamos as dificuldades e as incertezas, mas felizmente tudo correu bem.Sabíamos que era necessário, indispensável, vir apoiar Timor numa situação de grande instabilidade e incerteza, e o facto das coisas terem corrido bem deve-se a qualidade, à experiência, ao excelente desempenho destes homens e do seu comando», afirmou o líder do CDS-PP.«Para nós, a operação em Timor-Leste é uma prioridade que deve ser entendida pelos portugueses e órgãos de soberania», vincou.Para Ribeiro e Castro, as missões com a participação de militares e polícias portugueses, como a de Timor-Leste, constituem «factor de apoio à estabilização da democracia, do estado de Direito e consolidação institucional».Referindo-se expressamente a Timor-Leste, o presidente da CDS salientou que está confiante no futuro, para «o que possa resultar das eleições de 2007 e para uma maior maturidade politica, para o desenvolvimento positivo do diálogo nacional».Contudo, reconheceu, persistem «factores de incerteza no horizonte, até às eleições», previstas para o primeiro semestre de 2007.«É indispensável garantir a ordem e a segurança depois do colapso das forças de Timor-Leste para assegurar a possibilidade da estabilização política. Mas há também factores de incerteza que resultam do [relatório da Comissão de] Inquérito Independente [da ONU], e a sua divulgação e a situação dos deslocados», frisou.Além da continuação do apoio da comunidade internacional e da Comissão Europeia, Ribeiro e Castro defendeu ainda a necessidade das autoridades timorenses serem mais céleres na resolução dos problemas que estão ao seu alcance.«Também é necessária maior celeridade das autoridades de Timor. Mas talvez uma pressão da comunidade internacional, a partir da ONU, da Comissão Europeia, das organizações não-governamentais e da Igreja Católica, possa acelerar as respostas», acrescentou.«São precisas respostas práticas, porque - ouvi vários testemunhos e isso é praticamente unânime - a situação das populações deslocadas pode deteriorar-se aceleradamente com o início da época das chuvas. É fundamental ter outro tipo de alojamento e o tempo para agir já é muito curto. Creio que a falta não é propriamente de fundos, mas da capacidade de realização e de execução e aí é preciso maior celeridade», disse.O presidente do CDS já se encontrou com o primeiro-ministro José Ramos-Horta, o antigo chefe do governo e líder do partido maioritário, a FRETILIN, Mari Alkatiri, e o presidente do Partido Social Democrata (PSD, oposição), Mário Carrascalão, e vai prosseguir os contactos com outros dirigentes políticos, bem como com dirigentes religiosos e militares «para ter uma prestação mais completa da sua visão da situação actual e evolução».- Diário Digital / Lusa

O CDS-PP apoia o eventual reforço do actual contingente da GNR estacionado em Timor-Leste, desde que isso seja solicitado pelas autoridades timorenses, disse hoje em Díli o presidente do partido, José Ribeiro e Castro. «O CDS está disposto a aceitar o reforço se isso for solicitado e sabe- se que isso é falado. Mas se isso for solicitado, o CDS não terá dificuldade em apoiar essa decisão», disse.Ribeiro e Castro falava à Lusa e RTP no final da visita que efectuou hoje ao quartel da GNR, no âmbito da deslocação de quatro dias a Timor-Leste, iniciada domingo, tendo destacado a «excelência» do desempenho dos militares portugueses.«Portugal pode estar orgulhoso do desempenho destes homens, que à semelhança de outras missões em que estão elementos das forças armadas, da GNR e da PSP, prestigiam o nome de Portugal», adiantou.«Apoiamos, como partido da oposição, a decisão do governo em enviar a GNR. Conhecíamos as dificuldades e as incertezas, mas felizmente tudo correu bem.Sabíamos que era necessário, indispensável, vir apoiar Timor numa situação de grande instabilidade e incerteza, e o facto das coisas terem corrido bem deve-se a qualidade, à experiência, ao excelente desempenho destes homens e do seu comando», afirmou o líder do CDS-PP.«Para nós, a operação em Timor-Leste é uma prioridade que deve ser entendida pelos portugueses e órgãos de soberania», vincou.Para Ribeiro e Castro, as missões com a participação de militares e polícias portugueses, como a de Timor-Leste, constituem «factor de apoio à estabilização da democracia, do estado de Direito e consolidação institucional».Referindo-se expressamente a Timor-Leste, o presidente da CDS salientou que está confiante no futuro, para «o que possa resultar das eleições de 2007 e para uma maior maturidade politica, para o desenvolvimento positivo do diálogo nacional».Contudo, reconheceu, persistem «factores de incerteza no horizonte, até às eleições», previstas para o primeiro semestre de 2007.«É indispensável garantir a ordem e a segurança depois do colapso das forças de Timor-Leste para assegurar a possibilidade da estabilização política. Mas há também factores de incerteza que resultam do [relatório da Comissão de] Inquérito Independente [da ONU], e a sua divulgação e a situação dos deslocados», frisou.Além da continuação do apoio da comunidade internacional e da Comissão Europeia, Ribeiro e Castro defendeu ainda a necessidade das autoridades timorenses serem mais céleres na resolução dos problemas que estão ao seu alcance.«Também é necessária maior celeridade das autoridades de Timor. Mas talvez uma pressão da comunidade internacional, a partir da ONU, da Comissão Europeia, das organizações não-governamentais e da Igreja Católica, possa acelerar as respostas», acrescentou.«São precisas respostas práticas, porque - ouvi vários testemunhos e isso é praticamente unânime - a situação das populações deslocadas pode deteriorar-se aceleradamente com o início da época das chuvas. É fundamental ter outro tipo de alojamento e o tempo para agir já é muito curto. Creio que a falta não é propriamente de fundos, mas da capacidade de realização e de execução e aí é preciso maior celeridade», disse.O presidente do CDS já se encontrou com o primeiro-ministro José Ramos-Horta, o antigo chefe do governo e líder do partido maioritário, a FRETILIN, Mari Alkatiri, e o presidente do Partido Social Democrata (PSD, oposição), Mário Carrascalão, e vai prosseguir os contactos com outros dirigentes políticos, bem como com dirigentes religiosos e militares «para ter uma prestação mais completa da sua visão da situação actual e evolução».- Diário Digital / Lusa

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