O primeiro troféu da era Jorge JesusA Taça da Liga conquistada ontem pelo Benfica pode não ter grande importância por si mesma, mas representa a primeira conquista oficial do Benfica de Jorge Jesus e a confirmação de que esta equipa respira confiança, joga quase de olhos fechados e pode até alterar algumas peças que nada de substancial muda. Sem fazer um jogo de encher o olho, os jogadores vulgarizaram o adversário, trocaram a bola nas calmas, sem nunca se enervarem nem responderem às provocações alheias, e ainda se divertiram com um monumental peru do infeliz guardião do outro lado. Uma conquista justa, pela vitória final e pelo próprio percurso, que como se sabe, incluiu uma goleada em Alvalade, por gordos 1-4 (a que eu tive oportunidade de assistir in loco, ainda que no meio de um desesperado mar verde).Ficou ainda plasmado o imenso contraste entre os vencedores e a equipa adversária, que ainda há pouco fazia discursos identitários inflamados mas que na hora da verdade se revelou um conjunto de caceteiros comandados por um delinquente, mais parecido com o zombie de Michael Jackson no Thriller, sempre com a permissividade de um árbitro já suspeito, ao passo que os simiescos adeptos (?) se entretinham a atrasar o jogo lançando cadeiras para o relvado.Uma diferença que há pouco tempo não se imaginaria, mas que neste momento tem um significado muito grande. Tal e qual a Taça da Liga. Mas ainda falta muito para a época acabar.
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O primeiro troféu da era Jorge JesusA Taça da Liga conquistada ontem pelo Benfica pode não ter grande importância por si mesma, mas representa a primeira conquista oficial do Benfica de Jorge Jesus e a confirmação de que esta equipa respira confiança, joga quase de olhos fechados e pode até alterar algumas peças que nada de substancial muda. Sem fazer um jogo de encher o olho, os jogadores vulgarizaram o adversário, trocaram a bola nas calmas, sem nunca se enervarem nem responderem às provocações alheias, e ainda se divertiram com um monumental peru do infeliz guardião do outro lado. Uma conquista justa, pela vitória final e pelo próprio percurso, que como se sabe, incluiu uma goleada em Alvalade, por gordos 1-4 (a que eu tive oportunidade de assistir in loco, ainda que no meio de um desesperado mar verde).Ficou ainda plasmado o imenso contraste entre os vencedores e a equipa adversária, que ainda há pouco fazia discursos identitários inflamados mas que na hora da verdade se revelou um conjunto de caceteiros comandados por um delinquente, mais parecido com o zombie de Michael Jackson no Thriller, sempre com a permissividade de um árbitro já suspeito, ao passo que os simiescos adeptos (?) se entretinham a atrasar o jogo lançando cadeiras para o relvado.Uma diferença que há pouco tempo não se imaginaria, mas que neste momento tem um significado muito grande. Tal e qual a Taça da Liga. Mas ainda falta muito para a época acabar.