Encontrei-a desenvolta, perspicaz e amena ali junto aos Bombeiros Voluntários de Ribeira de Pena, na esquina para o Pavilhão local. Começou por assinalar a presença junto dos muitos forasteiros que por lá andavam, certamente dizendo-lhes que aquela é uma terra de boa gente. E é mesmo.Tornamo-nos amigos, mau grado o pouco tempo que por lá estive. Apesar disso, creio que tentou dizer-me que a sua terra possui características únicas que são, ou deveriam ser, motivo de visita obrigatória para descobrir como o verde do Minho é surpreendente nos tons castanhos e cinzentos de Trás-os-Montes.Disse-me também, foi isso que pelo menos eu percebi, que Ribeira de Pena tem vales cavados por numerosos cursos de água e montanhas abruptas envolvendo-os, dando à paisagem um aspecto que alguns gostam de classificar de “Suíça Portuguesa”.A minha amiga, que baptizei de “Agostinha”, disse-me ainda que o património paisagístico e arquitectónico é notável, o ar ainda é puro e as suas águas límpidas e alertou-me para a gastronomia e os vinhos que são produtos de excelência.Falou-me igualmente de que seria bom reviver Camilo Castelo Branco, a casa onde viveu, a igreja onde casou, os lugares por onde andou. Não me foi possível seguir à risca o itinerário sugerido pela “Agostinha”. Fica, contudo, a esperança de um dias destes lá voltar para o cumprir.Obrigado, “Agostinha”!
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Encontrei-a desenvolta, perspicaz e amena ali junto aos Bombeiros Voluntários de Ribeira de Pena, na esquina para o Pavilhão local. Começou por assinalar a presença junto dos muitos forasteiros que por lá andavam, certamente dizendo-lhes que aquela é uma terra de boa gente. E é mesmo.Tornamo-nos amigos, mau grado o pouco tempo que por lá estive. Apesar disso, creio que tentou dizer-me que a sua terra possui características únicas que são, ou deveriam ser, motivo de visita obrigatória para descobrir como o verde do Minho é surpreendente nos tons castanhos e cinzentos de Trás-os-Montes.Disse-me também, foi isso que pelo menos eu percebi, que Ribeira de Pena tem vales cavados por numerosos cursos de água e montanhas abruptas envolvendo-os, dando à paisagem um aspecto que alguns gostam de classificar de “Suíça Portuguesa”.A minha amiga, que baptizei de “Agostinha”, disse-me ainda que o património paisagístico e arquitectónico é notável, o ar ainda é puro e as suas águas límpidas e alertou-me para a gastronomia e os vinhos que são produtos de excelência.Falou-me igualmente de que seria bom reviver Camilo Castelo Branco, a casa onde viveu, a igreja onde casou, os lugares por onde andou. Não me foi possível seguir à risca o itinerário sugerido pela “Agostinha”. Fica, contudo, a esperança de um dias destes lá voltar para o cumprir.Obrigado, “Agostinha”!