A crise dos mercados financeiros originária nos EUA tem vindo progressivamente a alastrar-se para a Europa e a cada dia surgem notícias de governos a auxiliarem bancos, quer por via a pura nacionalização ou injecção de capital.Portugal não está imune à crise e a banca está fragilizada dado que o aumento do preço do dinheiro e a desconfiança tem dificultado os empréstimos entre bancos, necessários para fazer face às despesas do país. Face a este cenário, começa a ouvir-se vozes contra a maluqueira dos investimentos públicos, o crédito está difícil e as construtoras não têm capacidade de endividarem-se.Se Portugal não escapa à crise, os Açores estão incluídos e espanta-me o silêncio dos candidatos às regionais sobre a crise dos mercados financeiros. Quem lê os programas eleitorais e está atento às acções de campanha, parece que não há crise alguma. Um promete X o outro X+1 e assim sucessivamente. Entre as habituais promessas está o investimento público, é sabido que o investimento público comporta créditos e as empresas do sector não têm capacidade de resposta.
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A crise dos mercados financeiros originária nos EUA tem vindo progressivamente a alastrar-se para a Europa e a cada dia surgem notícias de governos a auxiliarem bancos, quer por via a pura nacionalização ou injecção de capital.Portugal não está imune à crise e a banca está fragilizada dado que o aumento do preço do dinheiro e a desconfiança tem dificultado os empréstimos entre bancos, necessários para fazer face às despesas do país. Face a este cenário, começa a ouvir-se vozes contra a maluqueira dos investimentos públicos, o crédito está difícil e as construtoras não têm capacidade de endividarem-se.Se Portugal não escapa à crise, os Açores estão incluídos e espanta-me o silêncio dos candidatos às regionais sobre a crise dos mercados financeiros. Quem lê os programas eleitorais e está atento às acções de campanha, parece que não há crise alguma. Um promete X o outro X+1 e assim sucessivamente. Entre as habituais promessas está o investimento público, é sabido que o investimento público comporta créditos e as empresas do sector não têm capacidade de resposta.