Marcelo Rebelo de Sousa, com a finura e elegância que se lhe reconhece (Francisco Pinto "lélé da cuca" Balsemão que o diga), resolveu apodar José Sócrates de xico-esperto. Um minuto ou dois da mais completa sacanice - nas entrelinhas, pelo que diz e pelo que deixa subentendido, pelas comparações que fez, o que Marcelo quis dizer, e toda a gente entendeu, foi outra coisa bem diferente. Digamos que o nosso pequeno Maquiavel encontrou uma forma altamente ardilosa de pôr lama no ventilador - Louçã, Pacheco, Rangel e outros têm muito a aprender com este homem.É óbvio que o Público não poderia deixar passar um ataque de carácter desta natureza a José Sócrates. Por isso, as palavras de Marcelo são reproduzidas com recurso a áudio e tudo (incluindo um agradecimento à "cortesia da RTP", esse expoente do situacionismo...). Obviamente, o Público teve o cuidado de cortar o início do raciocínio de Marcelo, em que ele garante, questionado precisamente sobre as notícias do Público, que não senhor "não há campanha", até porque, se a houvesse, "seria imbecil".Chamarem-lhe "imbecil" nas páginas de que é dono é que o Fernandes nunca admitiria. Isso não.Contributo do João
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Marcelo Rebelo de Sousa, com a finura e elegância que se lhe reconhece (Francisco Pinto "lélé da cuca" Balsemão que o diga), resolveu apodar José Sócrates de xico-esperto. Um minuto ou dois da mais completa sacanice - nas entrelinhas, pelo que diz e pelo que deixa subentendido, pelas comparações que fez, o que Marcelo quis dizer, e toda a gente entendeu, foi outra coisa bem diferente. Digamos que o nosso pequeno Maquiavel encontrou uma forma altamente ardilosa de pôr lama no ventilador - Louçã, Pacheco, Rangel e outros têm muito a aprender com este homem.É óbvio que o Público não poderia deixar passar um ataque de carácter desta natureza a José Sócrates. Por isso, as palavras de Marcelo são reproduzidas com recurso a áudio e tudo (incluindo um agradecimento à "cortesia da RTP", esse expoente do situacionismo...). Obviamente, o Público teve o cuidado de cortar o início do raciocínio de Marcelo, em que ele garante, questionado precisamente sobre as notícias do Público, que não senhor "não há campanha", até porque, se a houvesse, "seria imbecil".Chamarem-lhe "imbecil" nas páginas de que é dono é que o Fernandes nunca admitiria. Isso não.Contributo do João