Em resposta às insinuações dos sindicatos dos procuradores e dos juízes, o Ministério da Justiça emitiu uma nota na qual nega ter participado “directa ou indirectamente” no relatório do Conselho da Europa, que traça o estado da justiça em Portugal e noutros países europeus. Mas como os dados foram fornecidos pelo Estado português, o DN descobre uma contradição entre a nota emitida e a realidade.É uma pena a jornalista não ter lido o relatório do Conselho da Europa, no qual se explica como o documento foi feito, tendo preferido reproduzir as posições do Dr. Palma.Subsiste apenas uma dúvida: onde pensará a jornalista em causa que os autores de relatórios das instituições comunitárias e internacionais de que Portugal faz parte costumam ir buscar a informação para os elaborar? A Marte?
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Em resposta às insinuações dos sindicatos dos procuradores e dos juízes, o Ministério da Justiça emitiu uma nota na qual nega ter participado “directa ou indirectamente” no relatório do Conselho da Europa, que traça o estado da justiça em Portugal e noutros países europeus. Mas como os dados foram fornecidos pelo Estado português, o DN descobre uma contradição entre a nota emitida e a realidade.É uma pena a jornalista não ter lido o relatório do Conselho da Europa, no qual se explica como o documento foi feito, tendo preferido reproduzir as posições do Dr. Palma.Subsiste apenas uma dúvida: onde pensará a jornalista em causa que os autores de relatórios das instituições comunitárias e internacionais de que Portugal faz parte costumam ir buscar a informação para os elaborar? A Marte?