Governo mantém aumento salarial de 2,1 por cento na função pública

24-01-2012
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"O Governo mostou-se intransigente" ao manter os aumentos salariais nos 2,1 por cento para 2008 e o aumento dos descontos dos aposentados para a ADSE, o que mostra "um autoritarismo que não se compreende" numa sociedade democrática, afirmou o presidente do STE, Bettencourt Picanço.

"Este autoritarismo não augura nada de novo para o futuro do país", adiantou o dirigente sindical após a reunião de negociação suplementar para discutir a actualização salarial.

"Tratou-se de uma reunião frustrada", sublinhou o presidente do STE, estrutura sindical que apresentou o pedido de negociação suplementar.

O Governo está a receber neste momento a Frente Comum, seguindo-se a Frente Sindical da Administração Pública (FESAP).

O pedido de negociação suplementar foi feito pelo STE, após o Governo ter encerrado as negociações salariais com um aumento de 2,1 por cento, em linha com a inflação prevista.

A negociação suplementar é um instrumento previsto na lei, podendo ser solicitada pelas estruturas sindicais, no prazo de cinco dias úteis após a conclusão das negociações.

Esta reunião decorre depois da greve da Função Pública na sexta-feira passada, convocada pelas três estruturas sindicais para protestar contra a intransigência do Governo que terminou as negociações com um aumento de 2,1 por cento, o mesmo valor que propôs desde o início.

No dia da greve, o secretário de Estado da Administração Pública, João Figueiredo, disse que, apesar das propostas sindicais, não haverá nenhum aumento intercalar para os funcionários públicos em 2008.

"O Governo faz uma proposta de aumentos salariais de 2,1 por cento porque está convicto de que a inflação não irá ultrapassar este valor. Se não for assim a situação terá de ser vista na próxima negociação salarial", sublinhou João Figueiredo.

Dias antes, o ministro das Finanças e da Administração Pública, Fernando Teixeira dos Santos, afirmou na Assembleia da República que "se houver qualquer desvio [inflação], daqui por um ano a matéria estará em cima da mesa das negociações".

"O Governo mostou-se intransigente" ao manter os aumentos salariais nos 2,1 por cento para 2008 e o aumento dos descontos dos aposentados para a ADSE, o que mostra "um autoritarismo que não se compreende" numa sociedade democrática, afirmou o presidente do STE, Bettencourt Picanço.

"Este autoritarismo não augura nada de novo para o futuro do país", adiantou o dirigente sindical após a reunião de negociação suplementar para discutir a actualização salarial.

"Tratou-se de uma reunião frustrada", sublinhou o presidente do STE, estrutura sindical que apresentou o pedido de negociação suplementar.

O Governo está a receber neste momento a Frente Comum, seguindo-se a Frente Sindical da Administração Pública (FESAP).

O pedido de negociação suplementar foi feito pelo STE, após o Governo ter encerrado as negociações salariais com um aumento de 2,1 por cento, em linha com a inflação prevista.

A negociação suplementar é um instrumento previsto na lei, podendo ser solicitada pelas estruturas sindicais, no prazo de cinco dias úteis após a conclusão das negociações.

Esta reunião decorre depois da greve da Função Pública na sexta-feira passada, convocada pelas três estruturas sindicais para protestar contra a intransigência do Governo que terminou as negociações com um aumento de 2,1 por cento, o mesmo valor que propôs desde o início.

No dia da greve, o secretário de Estado da Administração Pública, João Figueiredo, disse que, apesar das propostas sindicais, não haverá nenhum aumento intercalar para os funcionários públicos em 2008.

"O Governo faz uma proposta de aumentos salariais de 2,1 por cento porque está convicto de que a inflação não irá ultrapassar este valor. Se não for assim a situação terá de ser vista na próxima negociação salarial", sublinhou João Figueiredo.

Dias antes, o ministro das Finanças e da Administração Pública, Fernando Teixeira dos Santos, afirmou na Assembleia da República que "se houver qualquer desvio [inflação], daqui por um ano a matéria estará em cima da mesa das negociações".

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