O Insurgente: Em hibernação

05-07-2011
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Jornal de Negócios:O Governo defendeu hoje no Parlamento o congelamento das carreiras na Administração Pública, justificando a medida com a situação das contas públicas e adiantando que esta vai permitir poupar 140 milhões de euros num ano, noticiou a Lusa.(...)«Não é verdade que não haja progressão automática na Administração Pública. O que a realidade afirma é que nos últimos anos o número de funcionários que obtinham a classificação máxima na avaliação de desempenho é na ordem dos 99,3%», referiu João Figueiredo [secretário de Estado da Administração Pública].Trata-se, no entanto, de uma "medida temporária".

Jornal de Negócios:O Governo defendeu hoje no Parlamento o congelamento das carreiras na Administração Pública, justificando a medida com a situação das contas públicas e adiantando que esta vai permitir poupar 140 milhões de euros num ano, noticiou a Lusa.(...)«Não é verdade que não haja progressão automática na Administração Pública. O que a realidade afirma é que nos últimos anos o número de funcionários que obtinham a classificação máxima na avaliação de desempenho é na ordem dos 99,3%», referiu João Figueiredo [secretário de Estado da Administração Pública].Trata-se, no entanto, de uma "medida temporária".

Jornal de Negócios:O Governo defendeu hoje no Parlamento o congelamento das carreiras na Administração Pública, justificando a medida com a situação das contas públicas e adiantando que esta vai permitir poupar 140 milhões de euros num ano, noticiou a Lusa.(...)«Não é verdade que não haja progressão automática na Administração Pública. O que a realidade afirma é que nos últimos anos o número de funcionários que obtinham a classificação máxima na avaliação de desempenho é na ordem dos 99,3%», referiu João Figueiredo [secretário de Estado da Administração Pública].Trata-se, no entanto, de uma "medida temporária".

Jornal de Negócios:O Governo defendeu hoje no Parlamento o congelamento das carreiras na Administração Pública, justificando a medida com a situação das contas públicas e adiantando que esta vai permitir poupar 140 milhões de euros num ano, noticiou a Lusa.(...)«Não é verdade que não haja progressão automática na Administração Pública. O que a realidade afirma é que nos últimos anos o número de funcionários que obtinham a classificação máxima na avaliação de desempenho é na ordem dos 99,3%», referiu João Figueiredo [secretário de Estado da Administração Pública].Trata-se, no entanto, de uma "medida temporária".

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