Notas breves sobre a discussão da Moção de Censura

10-07-2011
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  1. Ouvi o discurso de Jerónimo de Sousa na Moção de Censura e não poderia estar mais de acordo com a sua essência, com as referências ao desemprego, aos interesses financeiros ou a luta dos trabalhadores, na forma com que foram feitas.Â

  2. Tal como eu, seguramente grande parte dos deputados do Bloco de Esquerda concordaram com o teor do discurso,… mas não houve nem um aplauso. Este exemplo repete-se em TODAS as intervenções de todos os partidos e é uma demonstração do carneirismo e do corporativismo partidário que cada vez mais invade a nossa democracia. Neste contexto, as sessões parlamentares são cada vez mais meras fantochadas, puros exercícios de estilo e de forma (há excepções, mas pouco ou nada de fundo se discute) e é também isto que permite que surjam na política estas figuras inqualificáveis, como Sócrates ou Passos Coelho.

  2. Se isto fosse um país a sério, ouvir Sócrates falar da “ética da responsabilidade”, deveria revoltar-nos profundamente e dar uma volta nas entranhas de cada um de nós. Mas como não é… Â

  1. Ouvi o discurso de Jerónimo de Sousa na Moção de Censura e não poderia estar mais de acordo com a sua essência, com as referências ao desemprego, aos interesses financeiros ou a luta dos trabalhadores, na forma com que foram feitas.Â

  2. Tal como eu, seguramente grande parte dos deputados do Bloco de Esquerda concordaram com o teor do discurso,… mas não houve nem um aplauso. Este exemplo repete-se em TODAS as intervenções de todos os partidos e é uma demonstração do carneirismo e do corporativismo partidário que cada vez mais invade a nossa democracia. Neste contexto, as sessões parlamentares são cada vez mais meras fantochadas, puros exercícios de estilo e de forma (há excepções, mas pouco ou nada de fundo se discute) e é também isto que permite que surjam na política estas figuras inqualificáveis, como Sócrates ou Passos Coelho.

  2. Se isto fosse um país a sério, ouvir Sócrates falar da “ética da responsabilidade”, deveria revoltar-nos profundamente e dar uma volta nas entranhas de cada um de nós. Mas como não é… Â

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