«Merkel tem uma opinião muito fraca de Barroso e não o esconde», diz um analista hoje citado pelo Público. Fraca? Diz que ele tem um comportamento «indigno». Ah! Agora imagine o que há-de pensar um português, que se empenhou como pôde no governo dele, convencido que o homem era de alguma serventia, para num belo dia saber que a reacção do homem às dificuldades que o país então vivia, que, a custo, acabou por compreender, foi pirar-se (não acredito na justiça imanente, mas que parece estar a pagar as passas do Algarve parece). Pois é: indigno. Muito mais do que a senhora pensa.....«Portugal arrisca-se a passar mais 15 anos sem resolver o problema do défice», titula o jornal, na notícia sobre o sombrio relatório da OCDE. É falso. Não arrisca. Se o país não resolver, e rapidamente, o problema do défice, o défice resolve-se sozinho. Sem o país. Pondo-o a pão e água. A água, sobretudo. Não parece, mas isto tem tudo a ver com aquele senhor ali em cima. Também.
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«Merkel tem uma opinião muito fraca de Barroso e não o esconde», diz um analista hoje citado pelo Público. Fraca? Diz que ele tem um comportamento «indigno». Ah! Agora imagine o que há-de pensar um português, que se empenhou como pôde no governo dele, convencido que o homem era de alguma serventia, para num belo dia saber que a reacção do homem às dificuldades que o país então vivia, que, a custo, acabou por compreender, foi pirar-se (não acredito na justiça imanente, mas que parece estar a pagar as passas do Algarve parece). Pois é: indigno. Muito mais do que a senhora pensa.....«Portugal arrisca-se a passar mais 15 anos sem resolver o problema do défice», titula o jornal, na notícia sobre o sombrio relatório da OCDE. É falso. Não arrisca. Se o país não resolver, e rapidamente, o problema do défice, o défice resolve-se sozinho. Sem o país. Pondo-o a pão e água. A água, sobretudo. Não parece, mas isto tem tudo a ver com aquele senhor ali em cima. Também.