O apoio humanitário foi prestado por homens da fragata D. Francisco de Almeida, em missão da NATO na protecção do tráfego marítimo junto ao corno de África, através de “alimentos e água para mais de três dias e verificação do estado de saúde das pessoas a bordo”, divulgou o EMA.
Os 24 tripulantes do navio mercante Dove foram capturados em Fevereiro, por piratas somalis e agora foram liberados após pagamento de um resgate, consta do comunicado difundido pela Marinha portuguesa.
Ainda de acordo com a armada nacional, foram “garantidas todas as condições de segurança para a navegação, e o Comandante do navio mercante prosseguiu viagem até ao porto seguro de Salalah”.
A fragata NRP D. Francisco de Almeida possui uma guarnição de 185 militares, incluindo duas equipas do pelotão de abordagem do Corpo de Fuzileiros, apoiada por um helicóptero Lynx, sendo a classe de navio de superfície mais moderna ao serviço da armada.
O navio de guerra nacional integra a Força Naval Permanente da NATO (SNMG1), e está desde 1 de Setembro, a patrulhar o mar junto à costa da Somália, na chamada Operação Ocean Shield.
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O apoio humanitário foi prestado por homens da fragata D. Francisco de Almeida, em missão da NATO na protecção do tráfego marítimo junto ao corno de África, através de “alimentos e água para mais de três dias e verificação do estado de saúde das pessoas a bordo”, divulgou o EMA.
Os 24 tripulantes do navio mercante Dove foram capturados em Fevereiro, por piratas somalis e agora foram liberados após pagamento de um resgate, consta do comunicado difundido pela Marinha portuguesa.
Ainda de acordo com a armada nacional, foram “garantidas todas as condições de segurança para a navegação, e o Comandante do navio mercante prosseguiu viagem até ao porto seguro de Salalah”.
A fragata NRP D. Francisco de Almeida possui uma guarnição de 185 militares, incluindo duas equipas do pelotão de abordagem do Corpo de Fuzileiros, apoiada por um helicóptero Lynx, sendo a classe de navio de superfície mais moderna ao serviço da armada.
O navio de guerra nacional integra a Força Naval Permanente da NATO (SNMG1), e está desde 1 de Setembro, a patrulhar o mar junto à costa da Somália, na chamada Operação Ocean Shield.