O vómito tem nome e heterónimos: José Manuel Barroso, Luciano Amaral; José Adelino Maltês, entre outros fascistóides, que, despeitados, invejosos, ressabiados, bolsaram enormidades contra o Álvaro. Intelectualmente desonestos sempre que se referem ao PCP, deturpam a realidade para que caiba nas alarvidades que proferem, tentando reescrever a História a seu contento. Que nojo!Ao escutar Maltês na TSF, onde foi apresentado como professor universitário - fica-lhes tão bem a pele de cordeiro! - percebi rapidamente a raiva que o animava contra os comunistas. Hoje dei com escritos dele, de que só vale a pena referir alguns excertos: “O salazarismo permanecente não passa , com efeito, desse respeito que, no fundo, todos queremos ter pelo nosso avozinho de outros tempos, esse "homem de génio e de génios" que usou a autoridade autoritária para manter certos valores que se opunham aos chamados "ventos da história"; "É impossível dizer que esse avô, teimoso na sua coerência, não teve razão. Ele teve razão, mas teve-a fora do tempo."; “Salazar é esse nosso avozinho dos clássicos pré-iluministas” Como se vê pela amostra, a TSF convidou o Maltês para falar de Álvaro Cunhal, porque não tinha à mão o Rosa Casaco, o Barbieri Cardoso, ou o Silva Pais.
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O vómito tem nome e heterónimos: José Manuel Barroso, Luciano Amaral; José Adelino Maltês, entre outros fascistóides, que, despeitados, invejosos, ressabiados, bolsaram enormidades contra o Álvaro. Intelectualmente desonestos sempre que se referem ao PCP, deturpam a realidade para que caiba nas alarvidades que proferem, tentando reescrever a História a seu contento. Que nojo!Ao escutar Maltês na TSF, onde foi apresentado como professor universitário - fica-lhes tão bem a pele de cordeiro! - percebi rapidamente a raiva que o animava contra os comunistas. Hoje dei com escritos dele, de que só vale a pena referir alguns excertos: “O salazarismo permanecente não passa , com efeito, desse respeito que, no fundo, todos queremos ter pelo nosso avozinho de outros tempos, esse "homem de génio e de génios" que usou a autoridade autoritária para manter certos valores que se opunham aos chamados "ventos da história"; "É impossível dizer que esse avô, teimoso na sua coerência, não teve razão. Ele teve razão, mas teve-a fora do tempo."; “Salazar é esse nosso avozinho dos clássicos pré-iluministas” Como se vê pela amostra, a TSF convidou o Maltês para falar de Álvaro Cunhal, porque não tinha à mão o Rosa Casaco, o Barbieri Cardoso, ou o Silva Pais.