Isto quase que é uma carta aberta. A situação da Teresa Machado já era conhecida dos meios que acompanham o atletismo, modalidade que pratiquei e da qual continuo a manter-me a par. Quando comecei o atletismo, há uns quinze anos, já Teresa Machado era uma atleta conhecida e de nível nacional. Depois, foi uma carreira de topo, como nenhuma atleta das áreas técnicas alguma vez atingiu em Portugal - campeã consecutiva de peso e disco, quatro jogos olímpicos no seu currículo, dois deles com finais (melhores 12 atletas). Uma vida dedicada ao Sporting com o apoio do seu treinador de sempre, Júlio Cirino. (biografia desactualizada aqui)Há dois anos, o corte radical de orçamento do Sporting fez com que a atleta saisse do clube e participasse por outros. A sua dedicação á alta competição e a verba que recebia por ser atleta de nível olímpico levaram a que não conseguisse conciliar um emprego com o treino. Recentemente treinava e estudava, tendo o 12º ano. O lugar nos Jogos Olímpicos de Atenas não lhe permite mais do que receber 350 euros por mês e Teresa Machado tem que trabalhar para ganhar mais algum. Actualmente trabalha como mulher a dias, a fazer limpezas, para melhorar o rendimento. Trabalho justo mas Teresa merecia mais.Lanço o desafio a quem me ler e também ao presidente da Câmara de Ilhavo, José Agostinho Ribau Esteves: Teresa Machado merece um outro trabalho. Digno, porque ela gosta d etrabalhar. A Câmara não precisará de alguém no Desporto? Monitora, administrativa? Entendam isto como alguém que durante muitos anos fez elevar bem alto o nome da Gafanha da Nazaré...
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Isto quase que é uma carta aberta. A situação da Teresa Machado já era conhecida dos meios que acompanham o atletismo, modalidade que pratiquei e da qual continuo a manter-me a par. Quando comecei o atletismo, há uns quinze anos, já Teresa Machado era uma atleta conhecida e de nível nacional. Depois, foi uma carreira de topo, como nenhuma atleta das áreas técnicas alguma vez atingiu em Portugal - campeã consecutiva de peso e disco, quatro jogos olímpicos no seu currículo, dois deles com finais (melhores 12 atletas). Uma vida dedicada ao Sporting com o apoio do seu treinador de sempre, Júlio Cirino. (biografia desactualizada aqui)Há dois anos, o corte radical de orçamento do Sporting fez com que a atleta saisse do clube e participasse por outros. A sua dedicação á alta competição e a verba que recebia por ser atleta de nível olímpico levaram a que não conseguisse conciliar um emprego com o treino. Recentemente treinava e estudava, tendo o 12º ano. O lugar nos Jogos Olímpicos de Atenas não lhe permite mais do que receber 350 euros por mês e Teresa Machado tem que trabalhar para ganhar mais algum. Actualmente trabalha como mulher a dias, a fazer limpezas, para melhorar o rendimento. Trabalho justo mas Teresa merecia mais.Lanço o desafio a quem me ler e também ao presidente da Câmara de Ilhavo, José Agostinho Ribau Esteves: Teresa Machado merece um outro trabalho. Digno, porque ela gosta d etrabalhar. A Câmara não precisará de alguém no Desporto? Monitora, administrativa? Entendam isto como alguém que durante muitos anos fez elevar bem alto o nome da Gafanha da Nazaré...