Na passada sexta-feira, decorreu, na Câmara Municipal de Espinho, a entrega dos subsídios da concessão de jogo às 105 entidades de relevância social do concelho. José Mota aproveitou a ocasião para criticar aqueles que diziam que as verbas não se iriam entregar. O autarca garantiu ainda que, enquanto estiver no poder, as relações municipais com o Grupo Solverde vão ser boas. Na passada sexta-feira de manhã, o Salão Nobre da Câmara Municipal de Espinho foi o palco da entrega de subsídios às 105 entidades com relevância social do concelho, no âmbito das contrapartidas das concessões de jogo. A cerimónia contou com a presença do secretário de estado do turismo, Bernardo Trindade, do governador civil de Aveiro, Filipe Neto Brandão, do presidente do Instituto de Turismo, Jorge Costa, do presidente do Grupo Solverde, Manuel Violas e do presidente da Câmara Municipal de Espinho, José Mota.Iniciando os discursos, o autarca não poupou nas palavras para criticar os rumores que se espalharam pela cidade e que indicavam que a entrega dos subsídios não iria acontecer. José Mota garantiu não perceber a origem dessas ideias, na sua opinião, “intoleráveis”, até porque as verbas decorrentes da concessão de jogo estavam a ser entregues “antes da data do ano passado”. E continuou: “eu até preferia que já tivessem sido entregues em Dezembro, mas não foi possível. No entanto, não se pode criar a ideia de que, se não for mais cedo, isto vai acabar”. Aliás, o presidente do município adiantou que, enquanto estiver no poder, tal não acontecerá. Por isso mesmo, e, em tom de ironia, aconselhou as vozes críticas a se dedicarem a algo mais útil.“Câmara não volta costas à Solverde”O chefe do executivo espinhense agradeceu, depois, a presença do secretário de estado do turismo, que viu como “um gesto simpático”. José Mota explicou, de seguida, que todo o concelho tem trabalhado com o Instituto de Turismo, de forma harmoniosa, “para defender os interesses de Espinho e do próprio país”, e que “tem encontrado uma resposta que vai satisfazendo”.Para o autarca, o concelho beneficia com a presença do Casino Solverde, já que, naquela situação em particular, o jogo é “um bem” para as entidades de relevância social. Por isso mesmo, José Mota critica “as pessoas que acham que a Câmara Municipal e a Solverde deveriam andar aos tiros”. E continuou: “o concelho não tem que andar de costas voltadas para a Solverde. Espinho é pequeno e não há sentido nenhum em criar guerras”. O chefe do executivo garantiu que, enquanto estiver na autarquia, contribuirá para que o grupo empresarial faça o seu trabalho com harmonia.José Mota considerou que os subsídios entregues às colectividades do concelho são “justos” e que serão uma ajuda para a sua sobrevivência e para alguns dos seus problemas. Para concluir, o autarca voltou a frisar as suas críticas para que “mais ninguém perca tempo a dizer coisas que não fazem nada à sua terra”.Subsídios no valor de 423 mil eurosSeguiu-se o discurso de Bernardo Trindade. O secretário de estado do turismo começou por referir que tinha muito gosto em estar em Espinho, associando-se à entrega dos subsídios às colectividades do concelho. O responsável pela pasta do turismo garantiu ter gostado de ter “a boa convivência e o bom ambiente” existentes entre a autarquia e as entidades.Quanto às críticas de José Mota, Bernardo Trindade deixou-lhe um recado: “se há vozes que procuram destabilizar, é por ciúme do belíssimo ambiente que se vive nesta cidade”. O político explicou, ainda, que as verbas decorrentes da concessão de jogo não irão acabar, já que “é desse balanço que o pais vai progredindo e avançando”. Por isso, o secretário de estado pediu a todos os presentes para continuar a trabalhar no sentido de promover as colectividades espinhenses, de forma a desenvolver o turismo, a região e o país.No final dos discursos, seguiu-se a entrega dos subsídios, no valor de 423 mil euros, às 105 entidades de relevância social do concelho. Dessas todas, apenas cinco não estiveram presentes na cerimónia.
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Na passada sexta-feira, decorreu, na Câmara Municipal de Espinho, a entrega dos subsídios da concessão de jogo às 105 entidades de relevância social do concelho. José Mota aproveitou a ocasião para criticar aqueles que diziam que as verbas não se iriam entregar. O autarca garantiu ainda que, enquanto estiver no poder, as relações municipais com o Grupo Solverde vão ser boas. Na passada sexta-feira de manhã, o Salão Nobre da Câmara Municipal de Espinho foi o palco da entrega de subsídios às 105 entidades com relevância social do concelho, no âmbito das contrapartidas das concessões de jogo. A cerimónia contou com a presença do secretário de estado do turismo, Bernardo Trindade, do governador civil de Aveiro, Filipe Neto Brandão, do presidente do Instituto de Turismo, Jorge Costa, do presidente do Grupo Solverde, Manuel Violas e do presidente da Câmara Municipal de Espinho, José Mota.Iniciando os discursos, o autarca não poupou nas palavras para criticar os rumores que se espalharam pela cidade e que indicavam que a entrega dos subsídios não iria acontecer. José Mota garantiu não perceber a origem dessas ideias, na sua opinião, “intoleráveis”, até porque as verbas decorrentes da concessão de jogo estavam a ser entregues “antes da data do ano passado”. E continuou: “eu até preferia que já tivessem sido entregues em Dezembro, mas não foi possível. No entanto, não se pode criar a ideia de que, se não for mais cedo, isto vai acabar”. Aliás, o presidente do município adiantou que, enquanto estiver no poder, tal não acontecerá. Por isso mesmo, e, em tom de ironia, aconselhou as vozes críticas a se dedicarem a algo mais útil.“Câmara não volta costas à Solverde”O chefe do executivo espinhense agradeceu, depois, a presença do secretário de estado do turismo, que viu como “um gesto simpático”. José Mota explicou, de seguida, que todo o concelho tem trabalhado com o Instituto de Turismo, de forma harmoniosa, “para defender os interesses de Espinho e do próprio país”, e que “tem encontrado uma resposta que vai satisfazendo”.Para o autarca, o concelho beneficia com a presença do Casino Solverde, já que, naquela situação em particular, o jogo é “um bem” para as entidades de relevância social. Por isso mesmo, José Mota critica “as pessoas que acham que a Câmara Municipal e a Solverde deveriam andar aos tiros”. E continuou: “o concelho não tem que andar de costas voltadas para a Solverde. Espinho é pequeno e não há sentido nenhum em criar guerras”. O chefe do executivo garantiu que, enquanto estiver na autarquia, contribuirá para que o grupo empresarial faça o seu trabalho com harmonia.José Mota considerou que os subsídios entregues às colectividades do concelho são “justos” e que serão uma ajuda para a sua sobrevivência e para alguns dos seus problemas. Para concluir, o autarca voltou a frisar as suas críticas para que “mais ninguém perca tempo a dizer coisas que não fazem nada à sua terra”.Subsídios no valor de 423 mil eurosSeguiu-se o discurso de Bernardo Trindade. O secretário de estado do turismo começou por referir que tinha muito gosto em estar em Espinho, associando-se à entrega dos subsídios às colectividades do concelho. O responsável pela pasta do turismo garantiu ter gostado de ter “a boa convivência e o bom ambiente” existentes entre a autarquia e as entidades.Quanto às críticas de José Mota, Bernardo Trindade deixou-lhe um recado: “se há vozes que procuram destabilizar, é por ciúme do belíssimo ambiente que se vive nesta cidade”. O político explicou, ainda, que as verbas decorrentes da concessão de jogo não irão acabar, já que “é desse balanço que o pais vai progredindo e avançando”. Por isso, o secretário de estado pediu a todos os presentes para continuar a trabalhar no sentido de promover as colectividades espinhenses, de forma a desenvolver o turismo, a região e o país.No final dos discursos, seguiu-se a entrega dos subsídios, no valor de 423 mil euros, às 105 entidades de relevância social do concelho. Dessas todas, apenas cinco não estiveram presentes na cerimónia.