Cerca de 200 professores que foram prejudicados pelos erros cometidos na primeira bolsa de contratação de escola (BCE), e que ficaram por isso sem trabalho, acabaram por conseguir lugar, depois de corrigidos os erros e reformuladas as listas de ordenação.
De acordo com o secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, João Casanova de Almeida, “cerca de 200 docentes que indevidamente tinham ficado de fora por estarem mal ordenados” foram colocados “e foi garantido que todos os direitos retroagiam a 1 de setembro”, tanto em termos de salário, como de tempo de serviço.
A outra face desta moeda, e aquela que tem sido noticiada nas últimas semanas, mostra que cerca de 200 docentes que tinham ficado colocados nas escolas através da bolsa original acabaram por ficar sem trabalho com a reformulação das listas. Desses cerca de 200, neste momento há 90 que ainda não conseguiram um horário. Para além destes docentes, perto de 400 tiveram de mudar de escola.
A partir de agora são os diretores a chamarem os professores em falta
João Casanova de Almeida referiu ainda esta tarde, no Parlamento, que a partir da “próxima semana” se inicia a BCE contínua. Isto é, nas escolas com autonomia ou em territórios de intervenção prioritária onde ainda faltem docentes, “os diretores vão ter à sua disposição as listas de ordenação dos concursos, todas atualizadas, e que diz se o professor se encontra colocado noutra escola, ou colocado com um certo número de horas, se desistiu. Ou seja, toda a informação para que os diretores possam escolher o mais graduado”, explicou o secretário de Estado, garantindo que através deste mecanismo a contratação será “mais célere”.
Em relação a todas as outras escolas inicia-se esta quarta-feira a chamada oferta de escola, em que também são os diretores a escolherem os professores para preencherem eventuais horários vazios.
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Cerca de 200 professores que foram prejudicados pelos erros cometidos na primeira bolsa de contratação de escola (BCE), e que ficaram por isso sem trabalho, acabaram por conseguir lugar, depois de corrigidos os erros e reformuladas as listas de ordenação.
De acordo com o secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, João Casanova de Almeida, “cerca de 200 docentes que indevidamente tinham ficado de fora por estarem mal ordenados” foram colocados “e foi garantido que todos os direitos retroagiam a 1 de setembro”, tanto em termos de salário, como de tempo de serviço.
A outra face desta moeda, e aquela que tem sido noticiada nas últimas semanas, mostra que cerca de 200 docentes que tinham ficado colocados nas escolas através da bolsa original acabaram por ficar sem trabalho com a reformulação das listas. Desses cerca de 200, neste momento há 90 que ainda não conseguiram um horário. Para além destes docentes, perto de 400 tiveram de mudar de escola.
A partir de agora são os diretores a chamarem os professores em falta
João Casanova de Almeida referiu ainda esta tarde, no Parlamento, que a partir da “próxima semana” se inicia a BCE contínua. Isto é, nas escolas com autonomia ou em territórios de intervenção prioritária onde ainda faltem docentes, “os diretores vão ter à sua disposição as listas de ordenação dos concursos, todas atualizadas, e que diz se o professor se encontra colocado noutra escola, ou colocado com um certo número de horas, se desistiu. Ou seja, toda a informação para que os diretores possam escolher o mais graduado”, explicou o secretário de Estado, garantindo que através deste mecanismo a contratação será “mais célere”.
Em relação a todas as outras escolas inicia-se esta quarta-feira a chamada oferta de escola, em que também são os diretores a escolherem os professores para preencherem eventuais horários vazios.