CDS-PP: Concelhia de Lisboa

03-07-2011
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O porta-voz da candidatura do CDS-PP à Câmara Municipal de Lisboa, António Carlos Monteiro, considerou hoje que a recandidatura de Carmona Rodrigues à autarquia da capital divide «o PSD em dois», apelando ao «voto seguro» nos democratas-cristãos. «Sucedeu o que se esperava: depois do PS aparecer dividido em dois, aparece o PSD também dividido em duas candidaturas», afirmou António Carlos Monteiro, líder da distrital do CDS-PP de Lisboa e número quatro na lista encabeçada por Telmo Correia.O deputado do CDS-PP referia-se às candidaturas de António Costa, pelo PS, de Helena Roseta, independente mas recém-desfiliada do Partido Socialista, de Fernando Negrão, candidato do PSD, e de Carmona Rodrigues, que surge agora como independente mas que, nas últimas eleições autárquicas, foi eleito na lista dos sociais-democratas. O ex-presidente da Câmara de Lisboa, Carmona Rodrigues, assegurou hoje que a sua candidatura às eleições intercalares é uma «candidatura de continuidade», garantindo que pretende manter-se como vereador caso não ganhe a presidência da autarquia.«Ninguém pode apelar ao voto útil, uma vez que os dois principais partidos estão divididos em duas candidaturas», reforçou António Carlos Monteiro, em declarações à Agência Lusa.Questionado se essa divisão pode beneficiar o CDS-PP, o porta-voz da candidatura democrata-cristã salientou que o voto no CDS é «um voto seguro».«No meio desta confusão que sucede à nossa esquerda, o CDS é sem dúvida uma proposta segura e será uma segurança para os lisboetas», defendeu.«No CDS as pessoas sabem com o que contam», acrescentou.- Diário Digital / Lusa

O porta-voz da candidatura do CDS-PP à Câmara Municipal de Lisboa, António Carlos Monteiro, considerou hoje que a recandidatura de Carmona Rodrigues à autarquia da capital divide «o PSD em dois», apelando ao «voto seguro» nos democratas-cristãos. «Sucedeu o que se esperava: depois do PS aparecer dividido em dois, aparece o PSD também dividido em duas candidaturas», afirmou António Carlos Monteiro, líder da distrital do CDS-PP de Lisboa e número quatro na lista encabeçada por Telmo Correia.O deputado do CDS-PP referia-se às candidaturas de António Costa, pelo PS, de Helena Roseta, independente mas recém-desfiliada do Partido Socialista, de Fernando Negrão, candidato do PSD, e de Carmona Rodrigues, que surge agora como independente mas que, nas últimas eleições autárquicas, foi eleito na lista dos sociais-democratas. O ex-presidente da Câmara de Lisboa, Carmona Rodrigues, assegurou hoje que a sua candidatura às eleições intercalares é uma «candidatura de continuidade», garantindo que pretende manter-se como vereador caso não ganhe a presidência da autarquia.«Ninguém pode apelar ao voto útil, uma vez que os dois principais partidos estão divididos em duas candidaturas», reforçou António Carlos Monteiro, em declarações à Agência Lusa.Questionado se essa divisão pode beneficiar o CDS-PP, o porta-voz da candidatura democrata-cristã salientou que o voto no CDS é «um voto seguro».«No meio desta confusão que sucede à nossa esquerda, o CDS é sem dúvida uma proposta segura e será uma segurança para os lisboetas», defendeu.«No CDS as pessoas sabem com o que contam», acrescentou.- Diário Digital / Lusa

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