Há poucas semanas, o Ministério da Saúde revelou à agência Lusa que o tratamento e prestação de cuidados a toxicodependentes e alcoólicos vai sair da alçada do IDT para ser integrado nas administrações regionais de saúde (ARS).
Hoje, no final de uma visita dos deputados do Grupo de Trabalho do Álcool e Toxicodependência, a socialista Elza Pais resumiu o sentimento dos profissionais do IDT: “Vêem com muita apreensão a integração no Serviço Nacional de Saúde (SNS) dada a ausência de estratégia que acautele a continuidade dos serviços prestados”.
Para a coordenadora do Grupo de Trabalho Parlamentar, a integração da componente de tratamento do IDT nas ARS “não está a ser suportada por uma estratégia que implique os profissionais no processo de mudança”.
Elza Pais recordou ainda que o IDT integrou recentemente os serviços de alcoologia, que ainda necessitavam de consolidação.
A deputada alertou para a “intervenção de referência a nível mundial” que tem sido levada a cabo: só no ano passado foram tratados 38 mil toxicodependentes e 80% deles já se encontravam sem consumir.
“O PS gostava que esta decisão pudesse ser repensada e definida uma estratégia que implicasse os profissionais. É mais um corte cego entre tantos outros. É uma forma precipitada de extinguir um serviço de qualidade”, frisou.
O Grupo de Trabalho do Álcool e Toxicodependência, integrado na comissão parlamentar de saúde, pretende agora debater o assunto e ouvir mais profissionais.
No âmbito da reestruturação da administração central aprovada por este Governo, o Instituto da Droga e da Toxicodependência vai ser transformado numa direcção-geral – Serviço de Intervenção dos Comportamentos Aditivos e Dependências (SICAD).
Foi na sequência desta decisão que o Ministério da Saúde decidiu que o tratamento e prestação de cuidados a toxicodependentes e alcoólicos vai sair da alçada do IDT.
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Há poucas semanas, o Ministério da Saúde revelou à agência Lusa que o tratamento e prestação de cuidados a toxicodependentes e alcoólicos vai sair da alçada do IDT para ser integrado nas administrações regionais de saúde (ARS).
Hoje, no final de uma visita dos deputados do Grupo de Trabalho do Álcool e Toxicodependência, a socialista Elza Pais resumiu o sentimento dos profissionais do IDT: “Vêem com muita apreensão a integração no Serviço Nacional de Saúde (SNS) dada a ausência de estratégia que acautele a continuidade dos serviços prestados”.
Para a coordenadora do Grupo de Trabalho Parlamentar, a integração da componente de tratamento do IDT nas ARS “não está a ser suportada por uma estratégia que implique os profissionais no processo de mudança”.
Elza Pais recordou ainda que o IDT integrou recentemente os serviços de alcoologia, que ainda necessitavam de consolidação.
A deputada alertou para a “intervenção de referência a nível mundial” que tem sido levada a cabo: só no ano passado foram tratados 38 mil toxicodependentes e 80% deles já se encontravam sem consumir.
“O PS gostava que esta decisão pudesse ser repensada e definida uma estratégia que implicasse os profissionais. É mais um corte cego entre tantos outros. É uma forma precipitada de extinguir um serviço de qualidade”, frisou.
O Grupo de Trabalho do Álcool e Toxicodependência, integrado na comissão parlamentar de saúde, pretende agora debater o assunto e ouvir mais profissionais.
No âmbito da reestruturação da administração central aprovada por este Governo, o Instituto da Droga e da Toxicodependência vai ser transformado numa direcção-geral – Serviço de Intervenção dos Comportamentos Aditivos e Dependências (SICAD).
Foi na sequência desta decisão que o Ministério da Saúde decidiu que o tratamento e prestação de cuidados a toxicodependentes e alcoólicos vai sair da alçada do IDT.