A CONSCIÊNCIANas poucas vezes em que saio à ruaTenho a impressão de que caminho nua.O meu passo é incerto e vacilante.Sinto mil olhos por trás das vidraçasA devassar a alma de quem passa...E oiço um riso frio, feroz, cortante...Caminho devagar, descontrolada.Confusa, inconfortável, perturbada,Possuída de medo e de ansiedade.Mas esses olhos, cheios de inclemência,São os olhos da minha consciência:Severos... porque sabem a verdade...Eterna no Tempo
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A CONSCIÊNCIANas poucas vezes em que saio à ruaTenho a impressão de que caminho nua.O meu passo é incerto e vacilante.Sinto mil olhos por trás das vidraçasA devassar a alma de quem passa...E oiço um riso frio, feroz, cortante...Caminho devagar, descontrolada.Confusa, inconfortável, perturbada,Possuída de medo e de ansiedade.Mas esses olhos, cheios de inclemência,São os olhos da minha consciência:Severos... porque sabem a verdade...Eterna no Tempo