Mais pelo Minho: política

21-01-2012
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A proposta é do PSD e já não é de agora, mas voltou a ser falada com insistência no final do ano, com a aprovação do orçamento da Câmara de Paredes de Coura para 2012 e a constatação de que a dívida da autarquia, actualmente nos cinco milhões de euros, corria o risco de se elevar a sete milhões de euros no final do corrente ano. O plano de saneamento financeiro que José Augusto Caldas já tinha apresentado há mais de um ano em reunião do Executivo, e inclusivamente nas “páginas” deste blogue, voltou a estar na ordem do dia. A proposta do vereador social-democrata visa, ao mesmo tempo, colocar a câmara courense a pagar atempadamente aos seus fornecedores e dar-lhe “espaço de manobra para poder concretizar e pagar a comparticipação do município em todas as obras a que se candidatou, sem atrasar mais os pagamentos”, explicou. Com a proposta de José Augusto Caldas, a Câmara de Paredes de Coura recorreria a um plano de saneamento financeiro de sete ou oito milhões de euros, valor que poderia elevar-se a 13 milhões se se incluísse nele a dívida actual e previsível à banca por parte do município. Uma opção que, de acordo com José Augusto Caldas, estará a ser equacionada pela Câmara presidida por António Pereira Júnior e que, na opinião daquele vereador, caso não venha ser tomada, colocará a autarquia courense numa posição delicada, correndo o risco de ter de se socorrer da Assistência Financeira, o que “colocará em causa independência de Paredes de Coura, pois os próximos executivos ficariam muito limitados na sua acção”, acrescentou o vereador do PSD. Um cenário que José Augusto Caldas, aliás, já quase antecipou aquando das últimas eleições autárquicas. Na altura, recorde-se, o então candidato social-democrata já dizia que “o futuro do concelho estava hipotecado por força de algumas más decisões do passado”.


A proposta é do PSD e já não é de agora, mas voltou a ser falada com insistência no final do ano, com a aprovação do orçamento da Câmara de Paredes de Coura para 2012 e a constatação de que a dívida da autarquia, actualmente nos cinco milhões de euros, corria o risco de se elevar a sete milhões de euros no final do corrente ano. O plano de saneamento financeiro que José Augusto Caldas já tinha apresentado há mais de um ano em reunião do Executivo, e inclusivamente nas “páginas” deste blogue, voltou a estar na ordem do dia. A proposta do vereador social-democrata visa, ao mesmo tempo, colocar a câmara courense a pagar atempadamente aos seus fornecedores e dar-lhe “espaço de manobra para poder concretizar e pagar a comparticipação do município em todas as obras a que se candidatou, sem atrasar mais os pagamentos”, explicou. Com a proposta de José Augusto Caldas, a Câmara de Paredes de Coura recorreria a um plano de saneamento financeiro de sete ou oito milhões de euros, valor que poderia elevar-se a 13 milhões se se incluísse nele a dívida actual e previsível à banca por parte do município. Uma opção que, de acordo com José Augusto Caldas, estará a ser equacionada pela Câmara presidida por António Pereira Júnior e que, na opinião daquele vereador, caso não venha ser tomada, colocará a autarquia courense numa posição delicada, correndo o risco de ter de se socorrer da Assistência Financeira, o que “colocará em causa independência de Paredes de Coura, pois os próximos executivos ficariam muito limitados na sua acção”, acrescentou o vereador do PSD. Um cenário que José Augusto Caldas, aliás, já quase antecipou aquando das últimas eleições autárquicas. Na altura, recorde-se, o então candidato social-democrata já dizia que “o futuro do concelho estava hipotecado por força de algumas más decisões do passado”.

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