PSD diz que défice até Julho transmite convicção que metas serão cumpridas

24-08-2013
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O PSD congratulou-se com o facto da execução orçamental estar a decorrer como planeado, considerando que o défice até Julho transmite a convicção que a meta fixada para o final do ano será cumprida.

"A execução orçamental está a decorrer conforme o planeado, o défice dos primeiros sete meses do ano transmite a convicção que a meta fixada pela 'troika' para o terceiro trimestre será respeitada e, se expurgarmos as receitas extraordinárias ocorridas em 2012, há mesmo uma melhoria em cerca de 480 milhões de euros do défice do Estado", afirmou o deputado do PSD Duarte Pacheco, numa reacção à síntese de execução orçamental de Julho, publicada hoje pela Direcção-geral do Orçamento (DGO).

Duarte Pacheco, que falava aos jornalistas na sede do partido, atribuiu este resultado ao aumento da receita fiscal, que está acima do orçamentado, e ao facto da despesa total do estar a subir abaixo do previsto no Orçamento.

"Este controle apertado da despesa é bem evidente na queda absoluta nos valores da despesa corrente", sustentou, destacando as 'rubricas' da queda na aquisição de bens e serviços e a queda da despesa em salários da função pública.

O deputado social-democrata considerou, assim, que os resultados agora conhecidos permitem ter "a esperança que o Orçamento seja totalmente respeitado em termos de valor de défice no fim do ano", apesar de todos os "riscos" que existem.

Questionado sobre o facto do défice da administração pública central estar acima dos cinco mil milhões de euros, Duarte Pacheco recordou que "a meta do défice para o terceiro trimestre negociado com a 'troika' é de 7,3 mil milhões".

Ou seja, frisou, está-se na casa dos 5 mil milhões, "abaixo da meta para este trimestre".

"Temos toda a convicção quer pelo comportamento positivo das receitas, quer pelo controlo apertado da despesa, que tem que se manter, que esta meta de 7,3 mil milhões acordada para o terceiro trimestre será respeitada", acrescentou, insistindo, contudo, que "os riscos" e "as dificuldades existem".

"Mas, a nossa convicção é que está perfeitamente controlado o valor acordado com a 'troika'", reiterou.

Segundo dados hoje divulgados pela DGO o défice da Administração Central até Julho deste ano registou uma melhoria de 486,2 milhões extraordinárias registadas até Julho de 2012.

De acordo com a síntese de execução orçamental de Julho, publicada hoje pela Direcção-Geral do Orçamento (DGO), o saldo da Administração Central situou-se nos -5.520 milhões de euros, o que compara com um défice de 3.384,5 milhões verificado no mesmo período de 2012, ou seja, uma deterioração superior a dois mil milhões de euros.

No entanto, estes valores estão influenciados por operações de carácter extraordinário que ocorreram nos primeiros sete meses de 2012 e que impedem a comparabilidade entre os dois períodos.

Ainda de acordo com a DGO, o Estado arrecadou mais de 19 milhões de euros em impostos até Julho deste ano, um aumento de 7,6% face ao mesmo período de 2012 e acima da estimativa do Orçamento Rectificativo.

O PSD congratulou-se com o facto da execução orçamental estar a decorrer como planeado, considerando que o défice até Julho transmite a convicção que a meta fixada para o final do ano será cumprida.

"A execução orçamental está a decorrer conforme o planeado, o défice dos primeiros sete meses do ano transmite a convicção que a meta fixada pela 'troika' para o terceiro trimestre será respeitada e, se expurgarmos as receitas extraordinárias ocorridas em 2012, há mesmo uma melhoria em cerca de 480 milhões de euros do défice do Estado", afirmou o deputado do PSD Duarte Pacheco, numa reacção à síntese de execução orçamental de Julho, publicada hoje pela Direcção-geral do Orçamento (DGO).

Duarte Pacheco, que falava aos jornalistas na sede do partido, atribuiu este resultado ao aumento da receita fiscal, que está acima do orçamentado, e ao facto da despesa total do estar a subir abaixo do previsto no Orçamento.

"Este controle apertado da despesa é bem evidente na queda absoluta nos valores da despesa corrente", sustentou, destacando as 'rubricas' da queda na aquisição de bens e serviços e a queda da despesa em salários da função pública.

O deputado social-democrata considerou, assim, que os resultados agora conhecidos permitem ter "a esperança que o Orçamento seja totalmente respeitado em termos de valor de défice no fim do ano", apesar de todos os "riscos" que existem.

Questionado sobre o facto do défice da administração pública central estar acima dos cinco mil milhões de euros, Duarte Pacheco recordou que "a meta do défice para o terceiro trimestre negociado com a 'troika' é de 7,3 mil milhões".

Ou seja, frisou, está-se na casa dos 5 mil milhões, "abaixo da meta para este trimestre".

"Temos toda a convicção quer pelo comportamento positivo das receitas, quer pelo controlo apertado da despesa, que tem que se manter, que esta meta de 7,3 mil milhões acordada para o terceiro trimestre será respeitada", acrescentou, insistindo, contudo, que "os riscos" e "as dificuldades existem".

"Mas, a nossa convicção é que está perfeitamente controlado o valor acordado com a 'troika'", reiterou.

Segundo dados hoje divulgados pela DGO o défice da Administração Central até Julho deste ano registou uma melhoria de 486,2 milhões extraordinárias registadas até Julho de 2012.

De acordo com a síntese de execução orçamental de Julho, publicada hoje pela Direcção-Geral do Orçamento (DGO), o saldo da Administração Central situou-se nos -5.520 milhões de euros, o que compara com um défice de 3.384,5 milhões verificado no mesmo período de 2012, ou seja, uma deterioração superior a dois mil milhões de euros.

No entanto, estes valores estão influenciados por operações de carácter extraordinário que ocorreram nos primeiros sete meses de 2012 e que impedem a comparabilidade entre os dois períodos.

Ainda de acordo com a DGO, o Estado arrecadou mais de 19 milhões de euros em impostos até Julho deste ano, um aumento de 7,6% face ao mesmo período de 2012 e acima da estimativa do Orçamento Rectificativo.

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