Governo dos Açores nega privatização da SATA

14-01-2015
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Governo dos Açores nega privatização da SATA

Lusa

00:05

O Governo Regional dos Açores negou ontem ter intenção de privatizar a SATA em 2017, mas admitiu que a companhia aérea poderá ter necessidade de recapitalização.

O BE e o PCP confrontaram ontem, no Parlamento dos Açores, o secretário regional dos Transportes, Vítor Fraga, com o plano de reestruturação da SATA, apresentado na semana passada, que prevê um "reforço e diversificação de capital" em 2017.

Para os deputados do BE, Zuraida Soares, e do PCP, Aníbal Pires, isto significa que a companhia aérea será privatizada em 2017, mas Vítor Fraga assegurou que o Executivo não tem "qualquer intenção" de passar capital da transportadora aérea para mãos privadas.

"A União Europeia permite reforços de capital uma vez na vida das companhias aéreas. Esta calendarização está para 2017, que é a data em que se prevê que toda a parte operacional [da empresa] esteja devidamente estabilizada e se abra aqui a possibilidade de se fazer um reforço de capital, não sendo objectivo do Governo [dos Açores] qualquer processo de privatização", afirmou.

Vítor Fraga reiterou ainda que a redução de pessoal na transportadora aérea em "50 pessoas", na sequência da redução das frotas de médio e longo curso, se fará sem despedimentos, "nem individuais nem colectivos".

Governo dos Açores nega privatização da SATA

Lusa

00:05

O Governo Regional dos Açores negou ontem ter intenção de privatizar a SATA em 2017, mas admitiu que a companhia aérea poderá ter necessidade de recapitalização.

O BE e o PCP confrontaram ontem, no Parlamento dos Açores, o secretário regional dos Transportes, Vítor Fraga, com o plano de reestruturação da SATA, apresentado na semana passada, que prevê um "reforço e diversificação de capital" em 2017.

Para os deputados do BE, Zuraida Soares, e do PCP, Aníbal Pires, isto significa que a companhia aérea será privatizada em 2017, mas Vítor Fraga assegurou que o Executivo não tem "qualquer intenção" de passar capital da transportadora aérea para mãos privadas.

"A União Europeia permite reforços de capital uma vez na vida das companhias aéreas. Esta calendarização está para 2017, que é a data em que se prevê que toda a parte operacional [da empresa] esteja devidamente estabilizada e se abra aqui a possibilidade de se fazer um reforço de capital, não sendo objectivo do Governo [dos Açores] qualquer processo de privatização", afirmou.

Vítor Fraga reiterou ainda que a redução de pessoal na transportadora aérea em "50 pessoas", na sequência da redução das frotas de médio e longo curso, se fará sem despedimentos, "nem individuais nem colectivos".

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