Maioria trava propostas do PS

05-10-2013
marcar artigo

PSD e CDS aceitam negociar OE mas só com uma “reformulação” das ideias dos socialistas.

PSD e CDS apareceram ontem lado-a-lado para rejeitar as propostas socialistas para o Orçamento do Estado de 2012. Os partidos que compõem o Governo defendem que as 22 alterações sugeridas pelo PS alteram o equilíbrio de consolidação orçamental (2/3 do lado da despesa, 1/3 do lado da receita) e não garantem "neutralidade" face à proposta que o Governo apresentou no Parlamento. Daí, insistem social-democratas e populares, a bola está agora do lado do PS.

As centenas de propostas de alteração ao Orçamento do Estado entregues na Assembleia da República incluem as 22 propostas do PS que prometia tudo fazer "para salvar" um dos subsídios dos funcionários públicos. Carlos Zorrinho, líder parlamentar socialista, garantiu no Parlamento que existe disponibilidade para negociar o OE/2012 se forem cumpridos dois princípios: "Não estamos disponíveis para negociar fora do Parlamento" e "se o Executivo não aceitar [as propostas do PS como um todo], o PS retira as propostas que estão no outro prato da balança, a do aumento da receita, ou seja, retira as propostas de subida de impostos". Neste último aspecto, Zorrinho deixou claro que o PS aceita aumentar impostos (em 5% para rendimentos acima de de 500 mil euros/ano) mas, apenas, se o Governo acabar com a "teimosia" e devolver "um subsídio à função pública".

PSD e CDS aceitam negociar OE mas só com uma “reformulação” das ideias dos socialistas.

PSD e CDS apareceram ontem lado-a-lado para rejeitar as propostas socialistas para o Orçamento do Estado de 2012. Os partidos que compõem o Governo defendem que as 22 alterações sugeridas pelo PS alteram o equilíbrio de consolidação orçamental (2/3 do lado da despesa, 1/3 do lado da receita) e não garantem "neutralidade" face à proposta que o Governo apresentou no Parlamento. Daí, insistem social-democratas e populares, a bola está agora do lado do PS.

As centenas de propostas de alteração ao Orçamento do Estado entregues na Assembleia da República incluem as 22 propostas do PS que prometia tudo fazer "para salvar" um dos subsídios dos funcionários públicos. Carlos Zorrinho, líder parlamentar socialista, garantiu no Parlamento que existe disponibilidade para negociar o OE/2012 se forem cumpridos dois princípios: "Não estamos disponíveis para negociar fora do Parlamento" e "se o Executivo não aceitar [as propostas do PS como um todo], o PS retira as propostas que estão no outro prato da balança, a do aumento da receita, ou seja, retira as propostas de subida de impostos". Neste último aspecto, Zorrinho deixou claro que o PS aceita aumentar impostos (em 5% para rendimentos acima de de 500 mil euros/ano) mas, apenas, se o Governo acabar com a "teimosia" e devolver "um subsídio à função pública".

marcar artigo