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Aprovado relatório da audição de Carlos Costa para segundo mandato
Ontem 20:21 Lusa
O Parlamento aprovou com a abstenção do PS o relatório da audição que foi feita ao Governador no âmbito da sua renomeação no Banco de Portugal.
Os deputados da Assembleia da República aprovaram hoje, com a abstenção do PS, o relatório da audição de Carlos Costa, que o Governo decidiu reconduzir para liderar o Banco de Portugal.
A comissão parlamentar de Orçamento, Finanças e Administração Pública votou hoje o relatório da audição da personalidade indicada pelo Governo para ficar à frente do Banco de Portugal, o já governador Carlos Costa: o PSD, o CDS e o PCP votaram a favor, o PS absteve-se e o BE não esteve presente na reunião.
O relatório será agora enviado para o Governo que poderá assim nomear oficialmente Carlos Costa para o seu segundo mandato à frente do Banco de Portugal.
Em declarações à Lusa, o presidente da comissão parlamentar de Orçamento, Finanças e Administração Pública, o socialista Eduardo Cabrita, disse que o relatório hoje aprovado é "uma acta sem qualquer valoração e transcrevendo a audição" de Carlos Costa.
Eduardo Cabrita explicou que a votação, que esteve agendada para quarta-feira, foi adiada porque os partidos da oposição consideraram que era importante incluir a resposta do governador do Banco de Portugal sobre "porque é que não era possível remeter à comissão a auditoria interna sobre a actuação do Banco de Portugal no Banco Espírito Santo".
"Essa resposta chegou ontem [quarta-feira] à tarde e os partidos da oposição disseram que teria de constar do relatório", o que foi aceite pelo deputado relator, o social-democrata Carlos Santos Silva.
Eduardo Cabrita disse ainda que "essa resposta é grave" porque "fundamenta o não envio ao parlamento da auditoria interna" feita pelo banco central e inclui "um conjunto de considerações muito infelizes sobre as comissões parlamentares".
Por isso mesmo, acrescentou, o PS solicitou que estas considerações feitas pelo Banco de Portugal sejam enviadas à primeira comissão parlamentar, a de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias.
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Aprovado relatório da audição de Carlos Costa para segundo mandato
Ontem 20:21 Lusa
O Parlamento aprovou com a abstenção do PS o relatório da audição que foi feita ao Governador no âmbito da sua renomeação no Banco de Portugal.
Os deputados da Assembleia da República aprovaram hoje, com a abstenção do PS, o relatório da audição de Carlos Costa, que o Governo decidiu reconduzir para liderar o Banco de Portugal.
A comissão parlamentar de Orçamento, Finanças e Administração Pública votou hoje o relatório da audição da personalidade indicada pelo Governo para ficar à frente do Banco de Portugal, o já governador Carlos Costa: o PSD, o CDS e o PCP votaram a favor, o PS absteve-se e o BE não esteve presente na reunião.
O relatório será agora enviado para o Governo que poderá assim nomear oficialmente Carlos Costa para o seu segundo mandato à frente do Banco de Portugal.
Em declarações à Lusa, o presidente da comissão parlamentar de Orçamento, Finanças e Administração Pública, o socialista Eduardo Cabrita, disse que o relatório hoje aprovado é "uma acta sem qualquer valoração e transcrevendo a audição" de Carlos Costa.
Eduardo Cabrita explicou que a votação, que esteve agendada para quarta-feira, foi adiada porque os partidos da oposição consideraram que era importante incluir a resposta do governador do Banco de Portugal sobre "porque é que não era possível remeter à comissão a auditoria interna sobre a actuação do Banco de Portugal no Banco Espírito Santo".
"Essa resposta chegou ontem [quarta-feira] à tarde e os partidos da oposição disseram que teria de constar do relatório", o que foi aceite pelo deputado relator, o social-democrata Carlos Santos Silva.
Eduardo Cabrita disse ainda que "essa resposta é grave" porque "fundamenta o não envio ao parlamento da auditoria interna" feita pelo banco central e inclui "um conjunto de considerações muito infelizes sobre as comissões parlamentares".
Por isso mesmo, acrescentou, o PS solicitou que estas considerações feitas pelo Banco de Portugal sejam enviadas à primeira comissão parlamentar, a de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias.