Câmara Corporativa: “Ponto.” – Os colunistas do Público (e da revista Atlântico)

24-01-2012
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Poderia ter sido escrito pelo José (da Loja), mas não é. O autor chama-se João de Mendia. O Público foi desencantá-lo na sociedade civil (a do DN dos tempos de Santana e da revista Atlântico) para desmontar, o que, de resto, faz de uma penada, as teses tenebrosas de Vital Moreira acerca da separação entre o Estado e as confissões religiosas. Sigamo-lo:Atacar e ofender em nome da Constituição“Vital Moreira pode saber muito de constituições; deverá, até, em termos técnicos, estar correcto quando usa a nossa Constituição ideológica para atacar a Igreja Católica. Mas o que ele não deveria era atacar e ofender os portugueses em nome de uma Constituição que pouco tem a ver connosco.”História de Portugal (séc. XII)“(…) Portugal é o que é, teve a História que teve. E esta há quase 900 anos que se confunde com a história da Igreja de Cristo. Não é possível, pois, por muito que Vital Moreira não queira, separar a maneira de ser e de sentir dos portugueses da sua herança cultural católica. Ponto.”História de Portugal (séc. XX)“Lá porque, em determinada e infeliz ocasião, conseguiu exercer o poder um bando de marxistas, isso não chega para que os portugueses passem a ser diferentes do que sempre foram: são, e continuarão a ser, católicos. Por maior e mais desbragado que seja o ódio de Vital Moreira.”Semiótica“(…) quando [Vital Moreira] se refere à Igreja da maioria dos portugueses, utiliza um tom insultuoso e ofensivo que nada tem a ver com a necessidade de se cumprir a Constituição.” Os impossíveis “[Vital Moreira] Tenta ainda os impossíveis para que a Constituição obrigue os portugueses a serem o que não são, procurando que a actual maioria de esquerda inunde ainda mais a sociedade de regras que pouco ou nada têm a ver connosco.”O Estado nunca existiu“É óbvio que o Estado não tem religião — mas o Estado, em si, não é nada.”Luís XIV do avesso“O Estado somos nós, pessoas. E não se concebe a vida e o dia-a-dia das pessoas em Portugal sem ser num ambiente cristão e de tradições católicas. A começar pelo calendário.”Divina misericórdia“Deus lhe valha, dr. Vital Moreira.”É o Público que temos. “Ponto.”


Poderia ter sido escrito pelo José (da Loja), mas não é. O autor chama-se João de Mendia. O Público foi desencantá-lo na sociedade civil (a do DN dos tempos de Santana e da revista Atlântico) para desmontar, o que, de resto, faz de uma penada, as teses tenebrosas de Vital Moreira acerca da separação entre o Estado e as confissões religiosas. Sigamo-lo:Atacar e ofender em nome da Constituição“Vital Moreira pode saber muito de constituições; deverá, até, em termos técnicos, estar correcto quando usa a nossa Constituição ideológica para atacar a Igreja Católica. Mas o que ele não deveria era atacar e ofender os portugueses em nome de uma Constituição que pouco tem a ver connosco.”História de Portugal (séc. XII)“(…) Portugal é o que é, teve a História que teve. E esta há quase 900 anos que se confunde com a história da Igreja de Cristo. Não é possível, pois, por muito que Vital Moreira não queira, separar a maneira de ser e de sentir dos portugueses da sua herança cultural católica. Ponto.”História de Portugal (séc. XX)“Lá porque, em determinada e infeliz ocasião, conseguiu exercer o poder um bando de marxistas, isso não chega para que os portugueses passem a ser diferentes do que sempre foram: são, e continuarão a ser, católicos. Por maior e mais desbragado que seja o ódio de Vital Moreira.”Semiótica“(…) quando [Vital Moreira] se refere à Igreja da maioria dos portugueses, utiliza um tom insultuoso e ofensivo que nada tem a ver com a necessidade de se cumprir a Constituição.” Os impossíveis “[Vital Moreira] Tenta ainda os impossíveis para que a Constituição obrigue os portugueses a serem o que não são, procurando que a actual maioria de esquerda inunde ainda mais a sociedade de regras que pouco ou nada têm a ver connosco.”O Estado nunca existiu“É óbvio que o Estado não tem religião — mas o Estado, em si, não é nada.”Luís XIV do avesso“O Estado somos nós, pessoas. E não se concebe a vida e o dia-a-dia das pessoas em Portugal sem ser num ambiente cristão e de tradições católicas. A começar pelo calendário.”Divina misericórdia“Deus lhe valha, dr. Vital Moreira.”É o Público que temos. “Ponto.”

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