“Mantemos o mesmo cenário macroeconómico previsto no programa. Não sabemos o que será o segundo semestre”, afirmou hoje o secretário de Estado-adjunto de Passos Coelho, Carlos Moedas, que está a ser ouvido na comissão eventual de acompanhamento das medidas do programa de ajuda externa, no Parlamento.
O secretário de Estado respondia ao deputado socialista Fernando Medina, que questionou o Governo se, depois de dados melhores macroeconómicos melhores do que o previsto no primeiro semestre, este “confirma aquela que será a recessão mais profunda da história económica, em torno dos quatro por cento do PIB”.
Os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) mostram que a economia portuguesa registou uma variação em cadeia nula no segundo trimestre, enquanto os economistas estavam a apontar para uma contracção na ordem de 1 por cento.
Categorias
Entidades
“Mantemos o mesmo cenário macroeconómico previsto no programa. Não sabemos o que será o segundo semestre”, afirmou hoje o secretário de Estado-adjunto de Passos Coelho, Carlos Moedas, que está a ser ouvido na comissão eventual de acompanhamento das medidas do programa de ajuda externa, no Parlamento.
O secretário de Estado respondia ao deputado socialista Fernando Medina, que questionou o Governo se, depois de dados melhores macroeconómicos melhores do que o previsto no primeiro semestre, este “confirma aquela que será a recessão mais profunda da história económica, em torno dos quatro por cento do PIB”.
Os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) mostram que a economia portuguesa registou uma variação em cadeia nula no segundo trimestre, enquanto os economistas estavam a apontar para uma contracção na ordem de 1 por cento.