Nunca, no Portugal democrático, a herança deixada por uma governação, ainda por cima construída com recurso à bazófia retórica, ao ilusionismo e à propaganda, foi tão negra e tão dilacerante, como a que Sócrates vai legar ao país em 2011.
À crispação política desencadeada por um líder sem pinga de classe e de sentido de Estado, à afronta gratuita (e no caos dos professores também mentirosa) a grupos profissionais socialmente valorizados, à descredibilização das instituições, à conduta pessoal e política pouco exigente e até suspeita, à tentação do controlo da comunicação social, à humilhação dos remoques oriundos do presidente da República sob a forma de "honestidade, verdade e cumprimento de promessas", ao "insustentável" endividamento externo do país, aos níveis recorde de desemprego e ao afastamento da convergência com a Europa, vêm agora acrescentar-se indicadores que são autênticas nódoas na governação de Sócrates e que o deviam fazer corar de vergonha:
"Os adultos que integram estes agregados ganham por mês entre 379 e 799 euros - estão por isso acima do limiar da pobreza, uma linha que separa quem ganha mais ou menos do que 60 por cento do rendimento médio - e representam 31 por cento dos agregados residentes em Portugal. Outros 20,1 por cento estão classificados como pobres. (...)A taxa de pobreza é calculada já depois das transferências dos apoios sociais para as famílias. Sem estes, abrangeria 40 por cento da população em Portugal."DAQUI
Felizmente que o personagem começa a ter consciência que está sozinho no meio da borrasca que a sua mediocridade e o seu atrevimento criaram.
É chegada a hora de o país se ver livre deste vendedor de ilusões que, na realidade, são autênticos pesadelos.
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Nunca, no Portugal democrático, a herança deixada por uma governação, ainda por cima construída com recurso à bazófia retórica, ao ilusionismo e à propaganda, foi tão negra e tão dilacerante, como a que Sócrates vai legar ao país em 2011.
À crispação política desencadeada por um líder sem pinga de classe e de sentido de Estado, à afronta gratuita (e no caos dos professores também mentirosa) a grupos profissionais socialmente valorizados, à descredibilização das instituições, à conduta pessoal e política pouco exigente e até suspeita, à tentação do controlo da comunicação social, à humilhação dos remoques oriundos do presidente da República sob a forma de "honestidade, verdade e cumprimento de promessas", ao "insustentável" endividamento externo do país, aos níveis recorde de desemprego e ao afastamento da convergência com a Europa, vêm agora acrescentar-se indicadores que são autênticas nódoas na governação de Sócrates e que o deviam fazer corar de vergonha:
"Os adultos que integram estes agregados ganham por mês entre 379 e 799 euros - estão por isso acima do limiar da pobreza, uma linha que separa quem ganha mais ou menos do que 60 por cento do rendimento médio - e representam 31 por cento dos agregados residentes em Portugal. Outros 20,1 por cento estão classificados como pobres. (...)A taxa de pobreza é calculada já depois das transferências dos apoios sociais para as famílias. Sem estes, abrangeria 40 por cento da população em Portugal."DAQUI
Felizmente que o personagem começa a ter consciência que está sozinho no meio da borrasca que a sua mediocridade e o seu atrevimento criaram.
É chegada a hora de o país se ver livre deste vendedor de ilusões que, na realidade, são autênticos pesadelos.