In Público, 06-07-2011 (clicar na imagem para ampliar)
Não vou acrescentar mais nada ao conteúdo da crónica do Professor Santana Castilho, pois, o mesmo é absolutamente verdadeiro e demolidor, além de magnificamente escrito e fundamentado.
Apenas respondo, pessoalmente, à questão formulada e deixo duas questões dirigidas a farejadores de oportunidades, protagonismos e sabe-se lá mais o quê.
Em matéria de Educação e, especificamente, no que reporta à revogação do actual modelo de avaliação do desempenho, a palavra de Pedro Passos Coelho tem, exactamente, o mesmo crédito que atribuímos a um vulgar troca-tintas. Nem mais, nem menos!
A alguns camaleões blogosféricos, que mudam de opinião sem que eles próprios percebam muito bem porquê e embora compreenda que não estejam em grande posição para avaliar coerência, consistência e verticalidade, deixo apenas duas questões básicas, que gostava de ver respondidas, pois, nem sequer lhes demorará muito mais tempo a responder do que aquele que, pretensamente, terão consumido a obter alguns títulos académicos:
1. em que razões de oportunidade e de seriedade fundamentam a decisão de Pedro Passos Coelho em não revogar o actual modelo de avaliação do desempenho, permitindo que processos "monstruosos" e "kafkianos" sejam finalizados e produzam consequências para a vida dos professores e para o agravamento da conflitualidade nas escolas?
2. independentemente de quem Pedro Passos Coelho convidasse para assumir o lugar de ministro da Educação, acham credível e gerador de confiança que um líder político troque, em três dias, medidas programáticas que considerou serem a base de um programa de governo e pelas quais empenhou, publicamente, a sua palavra, por outras que são a antítese daquelas*?
* se ainda for necessário que lhes faça o desenho das medidas a que me refiro, disponham!...
Categorias
Entidades
In Público, 06-07-2011 (clicar na imagem para ampliar)
Não vou acrescentar mais nada ao conteúdo da crónica do Professor Santana Castilho, pois, o mesmo é absolutamente verdadeiro e demolidor, além de magnificamente escrito e fundamentado.
Apenas respondo, pessoalmente, à questão formulada e deixo duas questões dirigidas a farejadores de oportunidades, protagonismos e sabe-se lá mais o quê.
Em matéria de Educação e, especificamente, no que reporta à revogação do actual modelo de avaliação do desempenho, a palavra de Pedro Passos Coelho tem, exactamente, o mesmo crédito que atribuímos a um vulgar troca-tintas. Nem mais, nem menos!
A alguns camaleões blogosféricos, que mudam de opinião sem que eles próprios percebam muito bem porquê e embora compreenda que não estejam em grande posição para avaliar coerência, consistência e verticalidade, deixo apenas duas questões básicas, que gostava de ver respondidas, pois, nem sequer lhes demorará muito mais tempo a responder do que aquele que, pretensamente, terão consumido a obter alguns títulos académicos:
1. em que razões de oportunidade e de seriedade fundamentam a decisão de Pedro Passos Coelho em não revogar o actual modelo de avaliação do desempenho, permitindo que processos "monstruosos" e "kafkianos" sejam finalizados e produzam consequências para a vida dos professores e para o agravamento da conflitualidade nas escolas?
2. independentemente de quem Pedro Passos Coelho convidasse para assumir o lugar de ministro da Educação, acham credível e gerador de confiança que um líder político troque, em três dias, medidas programáticas que considerou serem a base de um programa de governo e pelas quais empenhou, publicamente, a sua palavra, por outras que são a antítese daquelas*?
* se ainda for necessário que lhes faça o desenho das medidas a que me refiro, disponham!...