Enquanto os indicadores nacionais vão pondo a nu o miserabilismo do país de Sócrates, a ver-se cada vez mais “grego” aos olhos dos mercados internacionais, alguém decide dar-se ares de pelintra e comprometer o Estado num empréstimo para financiar a plutocracia angolana e garantir que uma elite continue a comprar empresas pelo mundo fora e a vir a Portugal fazer tratamentos de beleza que custam os olhos da cara e a investir rios de dinheiro em bens de luxo.
Isto para decorrer em simultâneo com o ataque aos mesmos do costume (a Função Pública converteu-se numa espécie de Liedson deste governo, pois nos apertos financeiros é sempre ela que resolve) e com os samaritanos portugueses, numa proporção de seis em cada dez, a nem sequer conseguirem pagar as suas despesas com a saúde (ler aqui...).
Alguém anda a abusar do conformismo e da passividade dos portugueses. Até um dia em que as pessoas se fartem de vez, saturadas de discursos redondos, de vendedores da banha da cobra e do obsceno novo-riquismo de alguma pelintragem política.
Talvez seja chegada a hora da Função Pública dispensar intermediários (Teixeira dos Santos e outros que tais) e criar uma linha solidária mundial para, através do seu trabalho diário, financiar Estados necessitados e políticos indigentes de todo o mundo.
Proponho o número 00 351 800 100 200 (o “sem duzentos” é para enfatizar mais este rombo de 200 milhões de euros no endividamento português, cuja factura acabará por ser apresentada à Função Pública).
Na mesma linha (não telefónica, claro), a crónica de hoje de M. A. Pina merece ser lida:
ler mais AQUI...
Categorias
Entidades
Enquanto os indicadores nacionais vão pondo a nu o miserabilismo do país de Sócrates, a ver-se cada vez mais “grego” aos olhos dos mercados internacionais, alguém decide dar-se ares de pelintra e comprometer o Estado num empréstimo para financiar a plutocracia angolana e garantir que uma elite continue a comprar empresas pelo mundo fora e a vir a Portugal fazer tratamentos de beleza que custam os olhos da cara e a investir rios de dinheiro em bens de luxo.
Isto para decorrer em simultâneo com o ataque aos mesmos do costume (a Função Pública converteu-se numa espécie de Liedson deste governo, pois nos apertos financeiros é sempre ela que resolve) e com os samaritanos portugueses, numa proporção de seis em cada dez, a nem sequer conseguirem pagar as suas despesas com a saúde (ler aqui...).
Alguém anda a abusar do conformismo e da passividade dos portugueses. Até um dia em que as pessoas se fartem de vez, saturadas de discursos redondos, de vendedores da banha da cobra e do obsceno novo-riquismo de alguma pelintragem política.
Talvez seja chegada a hora da Função Pública dispensar intermediários (Teixeira dos Santos e outros que tais) e criar uma linha solidária mundial para, através do seu trabalho diário, financiar Estados necessitados e políticos indigentes de todo o mundo.
Proponho o número 00 351 800 100 200 (o “sem duzentos” é para enfatizar mais este rombo de 200 milhões de euros no endividamento português, cuja factura acabará por ser apresentada à Função Pública).
Na mesma linha (não telefónica, claro), a crónica de hoje de M. A. Pina merece ser lida:
ler mais AQUI...