A Yahoo! recebeu 29 mil pedidos de informações sobre utilizadores de vários países

17-10-2013
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A grande maioria veio da Administração de Obama. Também a Google, a Microsoft e o Facebook já anunciaram ter recebido o mesmo tipo de solicitações.

O número inclui todos os tipos de pedidos de dados, especifica a Yahoo!, quer provenham das autoridades judiciais ou das autoridades encarregues da segurança nacional americana em virtude da lei FISA (Foreign Intelligence Surveillance Act) e NSL (National Security Letters). O Governo norte-americano “proíbe-nos de revelar detalhes suplementares sobre o número de pedidos”, justifica a empresa.

“Na Yahoo!, levamos muito a sério a confidencialidade dos nossos utilizadores”, escreveu num blogue Ron Bell, o principal advogado da Yahoo.

Este último adiantou que “o departamento jurídico da Yahoo! exigia que os pedidos dos governos fossem feitos dentro da lei e para fins legais”. 37% dos pedidos dos Estados Unidos foram satisfeitos, esclareceu, e em 55% dos casos, a Yahoo! forneceu informações “sem conteúdo”, como por exemplo nomes ou localização.

Entre os 16 países ou territórios que solicitaram informações, a Yahoo! dá os exemplos da Austrália, Hong-Kong, Índia, Nova Zelândia, Taiwan, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Grã-Bretanha ou ainda o Brasil.

Depois da Google e da Microsoft, o Facebook revelou no fim de Agosto que mais de 70 países tinham pedido dados dos seus utilizadores no primeiro semestre de 2013.

Os grupos tecnológicos dos Estados Unidos estão sob pressão depois das revelações sobre o programa de vigilância Prism, através do qual a agência de segurança norte-americana, NSA (National Security Agency) obteve junto deles milhares de dados numéricos relativos a utilizadores da Internet.

A grande maioria veio da Administração de Obama. Também a Google, a Microsoft e o Facebook já anunciaram ter recebido o mesmo tipo de solicitações.

O número inclui todos os tipos de pedidos de dados, especifica a Yahoo!, quer provenham das autoridades judiciais ou das autoridades encarregues da segurança nacional americana em virtude da lei FISA (Foreign Intelligence Surveillance Act) e NSL (National Security Letters). O Governo norte-americano “proíbe-nos de revelar detalhes suplementares sobre o número de pedidos”, justifica a empresa.

“Na Yahoo!, levamos muito a sério a confidencialidade dos nossos utilizadores”, escreveu num blogue Ron Bell, o principal advogado da Yahoo.

Este último adiantou que “o departamento jurídico da Yahoo! exigia que os pedidos dos governos fossem feitos dentro da lei e para fins legais”. 37% dos pedidos dos Estados Unidos foram satisfeitos, esclareceu, e em 55% dos casos, a Yahoo! forneceu informações “sem conteúdo”, como por exemplo nomes ou localização.

Entre os 16 países ou territórios que solicitaram informações, a Yahoo! dá os exemplos da Austrália, Hong-Kong, Índia, Nova Zelândia, Taiwan, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Grã-Bretanha ou ainda o Brasil.

Depois da Google e da Microsoft, o Facebook revelou no fim de Agosto que mais de 70 países tinham pedido dados dos seus utilizadores no primeiro semestre de 2013.

Os grupos tecnológicos dos Estados Unidos estão sob pressão depois das revelações sobre o programa de vigilância Prism, através do qual a agência de segurança norte-americana, NSA (National Security Agency) obteve junto deles milhares de dados numéricos relativos a utilizadores da Internet.

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