Depois de reproduzir aqui parte do polémico artigo de António Barreto, onde este reproduzia uma alegada carta de Rosa Coutinho dirigida a Agostinho Neto, houve quem comentasse assegurando que a carta era falsa, bem como quem garantia que era verdadeira. Reagi, na altura, dizendo: “É claro que não posso ter a certeza da veracidade da carta. Aliás, tenho amigos que me garantem que é falsa e outros que dizem ser verdadeira. Tenho que admitir que é de desconfiar... Mas onde está "comprovado" que é falsa?” Nunca me responderam, mas depois de algum alvoroço na imprensa e de ter falado com algumas pessoas mais informadas sobre o assunto, penso que a dita carta deve ser uma fabricação. É tão forçada, que deixa sempre dúvidas. Seja como for, faço uso das palavras de Pacheco Pereira sobre a carta: “O seu objectivo é fazer uma campanha negra, contra Rosa Coutinho, que não precisava da carta para ter tido um papel sinistro nos eventos da descolonização de Angola.”
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Depois de reproduzir aqui parte do polémico artigo de António Barreto, onde este reproduzia uma alegada carta de Rosa Coutinho dirigida a Agostinho Neto, houve quem comentasse assegurando que a carta era falsa, bem como quem garantia que era verdadeira. Reagi, na altura, dizendo: “É claro que não posso ter a certeza da veracidade da carta. Aliás, tenho amigos que me garantem que é falsa e outros que dizem ser verdadeira. Tenho que admitir que é de desconfiar... Mas onde está "comprovado" que é falsa?” Nunca me responderam, mas depois de algum alvoroço na imprensa e de ter falado com algumas pessoas mais informadas sobre o assunto, penso que a dita carta deve ser uma fabricação. É tão forçada, que deixa sempre dúvidas. Seja como for, faço uso das palavras de Pacheco Pereira sobre a carta: “O seu objectivo é fazer uma campanha negra, contra Rosa Coutinho, que não precisava da carta para ter tido um papel sinistro nos eventos da descolonização de Angola.”