BANCADA DIRECTA: Cronicando à segunda-feira. Retomo hoje o tema. A Historia do Hospital de São José.

21-01-2012
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Caros amigos leitores do Bancada Directa Na passada semana pretendia falar do meu Hospital de São José, ao qual chamei a “Minha casa Mãe”. Para além de tudo o que me liga a este Hospital, tenho os meus direitos de ser seu filho, pois nasci nele!Mas quando se escreve ao correr da pena, acabamos a falar de temas muito diferentes daquele que pretendíamos. Foi o caso que comecei a descrever o Rossio ao meio de uma tarde de sábado e acabei por falar da cidade francesa de Bordeaux, que me fazia recordar similitudes com o que acontecia no Rossio naquele espaço temporal. A meio de uma qualquer tarde de um qualquer Fim-de-semana.Descrito o que via no Rossio dirigi-me para o Hospital de São José subindo a Calçada do Garcia e depois a Rua do Arco da Graça.Antes de entrar na história deste Hospital mostro-vos algumas fotos do mesmo Esta ultima imagem refere-se ao Serviço 9 - Ortopedia e Fracturas. Fica já fora do hospital, na Rua de São Lazaro, mas a cerca de 30 metros do mesmo. Em tempos foi aqui a Maternidade Magalhães Coutinho.HistóriaO pormenor históricoO actual Hospital de São José sucedeu ao antigo Hospital Real de Todos os Santos, que teve o seu arranque a 15 de Maio de 1492. Contou com a presença do Rei D. João II, na altura do seu quadragésimo aniversário, apenas três anos antes da sua morte no Alvor. AlgarveA sua inauguração ocorreu nove anos mais tarde, no reinado de D. Manuel I em 1501. A obra esteve a cargo do Mestre das Obras do Reino, o arquitecto Diogo Boitaca. Situava-se no Rossio, ocupando a área da actual Praça da Figueira.Resultado da fusão de pequenos hospitais a sua nomenclatura ficou determinada pela denominação comum aos que se juntaram como “de Todos os Santos (Omnia Sanctorum). Foi também "Hospital Real", e simultaneamente Hospital dos Pobres. As letras O e S mantêm-se até hoje no símbolo que representa a instituição.Conta na sua Igreja com pinturas de Fernão Gomes em dourado.O desenvolvimento da História do Hospital de São JoséO Hospital Real de Todos os Santos, hoje designado por Hospital de São José, foi criado por D. João II, quando ainda príncipe herdeiro, tendo obtido autorização da Santa Sé, a 13 de Agosto de 1479, para reunir os rendimentos de diversos pequenos hospitais de Lisboa e seu termo, a fim de construir um "grande hospital" destinado à assistência de pobres e enfermos. O monarca recorreu ainda a doações pessoais e de particulares, a rendimentos de bens vinculados e de agremiações de oficiais mecânicos, entre outros. Ao longo dos tempos, outras fontes de rendimento foram concedidas ao hospital, nomeadamente as provenientes de licenças para representação de óperas e comédias, cujo direito lhe foi concedido por Carta Régia de 9 de Abril de 1603. Esta doação foi constituída em carta de padrão com salva, a 20 de Novembro de 1759, por 1.300$000 reis de esmola, pagos em quartéis pelos rendimentos da Casa da Moeda.O lançamento da primeira pedra ocorreu em 15 de Maio de 1492, mas a construção só ficou concluída no reinado de D. Manuel. A sua edificação foi feita em terrenos da cerca do convento de São Domingos de Lisboa, os quais correspondem à actual Praça da Figueira. D. Manuel seguiu as instruções deixadas em testamento pelo seu antecessor, quer no que respeita à construção, quer à sua organização e, em 1504, deu-lhe regimento, no qual estabelecia o seu funcionamento, as categorias e o número de funcionários de cada uma delas: capelães, provedor, escrivão do provedor, vedor, físico, cirurgiões, almoxarife, escrivão do almoxarife, enfermeiros, enfermeiros pequenos, cozinheiro, porteiro e guarda portas, boticário, ajudantes de botica, enfermeira de mulheres, cristaleira, lavadeira, alfaiata, hospitaleiro, barbeiro e sangrador, pessoas extraordinárias, como empregados para servirem o provedor, atafoneiro, assadeira e forneira. O regimento estipulava ainda as obrigações e tarefas de cada um, bem como os seus vencimentos.A instituição, que começou a funcionar ainda antes do edifício estar concluído, foi baptizada com o nome de Hospital Real de Todos os Santos. Em forma de cruz, com os quatro braços iguais, correspondendo o braço com o portal para o exterior à igreja e os outros três às enfermarias, duas de homens: a de São Vicente e a de São Cosme e uma de mulheres: a de Santa Clara. No centro da cruz ficava o altar-mor o que permitia que todos os doentes assistissem aos ofícios divinos. Por trás das camas havia portas para retirar os mortos sem que os outros doentes se apercebessem. Havia também junto a cada cama armários para os doentes guardarem os seus objectos pessoais. O edifício tinha várias dependências anexas que serviam de apoio às enfermarias: botica, cozinha, despensa, lavandaria, serviços administrativos e instalações para os funcionários. D. João III mandou reparar algumas dependências e erguer outras, como uma casa para doentes mentais e uma enfermaria para convalescentes, dando ao mesmo tempo várias esmolas em dinheiro, drogas, cera, açúcar, roupas e outras. O edifício sofreu alguns danos com um incêndio que ocorreu em 1601 e ficou parcialmente destruído devido a outro, este em 1750, que atingiu-a igreja e várias dependências, pelo que D. José ordenou a compra de várias propriedades destinadas à sua reconstrução. Com o terramoto de 1 de Novembro de 1755 o edifício ficou completamente arruinado. Foram erguidos hospitais provisórios em São Bento e na casa dos Almadas e depois no Rossio e às Portas de Santo Antão, enquanto se faziam as adaptações necessárias no Colégio de Santo Antão, que pertencera aos Jesuítas. Vinte anos depois, procedeu-se à transferência dos doentes e serviços para as novas instalações. Sob a orientação do então enfermeiro-mor, D. Jorge Francisco de Mendonça Furtado, os habitantes de Lisboa, incluindo a nobreza da corte e as comunidades religiosas, ajudaram a transportar as macas com os doentes e feridos, para as suas novas instalações. O Hospital passou a chamar-se Real de São José em homenagem ao monarca, mantendo-se a estrutura orgânica e funcional que tinha antes do terramoto.No século XIX, a necessidade de expansão motivada pelas epidemias, o aparecimento de novas doenças e o avanço da Medicina levaram à anexação de vários edifícios, alguns deles monásticos, vagos devido à extinção das ordens religiosas, passando a instituição a chamar-se Hospital Real de São José e Anexos (São Lázaro, Desterro, D. Amélia, D. Estefânia, Hospital de Todos os Santos /Hospital de São José e AnexosArroios, Santa Marta, Rilhafoles e Rego). Os relatórios apresentados ao rei pelos enfermeiros-mores, nomeadamente quando tomavam posse do lugar, testemunham as dificuldades com que a assistência se debatia. Nessa época surgiram vários regulamentos e portarias para tentar a melhoria dos serviços. Em 1889, o Ministério do Reino mandou proceder a obras de adaptação e melhoramento do edifício, processo que terminou em 1898.Em 1901 o funcionamento da instituição foi completamente remodelado pelo enfermeiro-mor José Curry da Câmara Cabral (1900-1910) que elaborou um "Regulamento Geral do Hospital de São José e Anexos" e que manteve a sua administração na dependência directa do Ministério do Reino, não tendo, assim, ficado subordinado à Direcção Geral de Saúde e Beneficência Pública. Com a República manteve-se a estrutura montada por Curry Cabral, deixando, no entanto, de chamar-se Real. Pelo Decreto de 9 de Setembro de 1913 a designação passou a ser a de Hospitais Civis de Lisboa, aos quais foi concedida autonomia nos serviços de assistência médica, administração e contabilidade. O nome de Hospitais Civis de Lisboa manteve-se até 1958, data da criação do Ministério da Saúde e Assistência, onde foram integrados, tendo, então, ficado limitada a sua autonomia. Esta viria a desaparecer completamente em 1961, com a criação da Direcção Geral dos Hospitais Civis.A organização do Hospital sofreu diversas alterações. O último regulamento data de 1993. A portaria do Ministério da Saúde n.º 11/93, de 6 de Janeiro, reconheceu que o surgimento de novas especialidades e sub-especialidades e das progressivas exigências qualitativas de quem recorre aos hospitais, obrigava a uma maior complexidade e diferenciação na organização hospitalar. A portaria refere também a importância de regulamentos internos. O regulamento interno do Hospital de São José, assinado em 20 de Novembro de 1992, define os seus objectivos, funções e valências e estrutura os serviços de assistência: departamentos, serviços e áreas funcionais. Posteriormente a este diploma outros foram publicados sobre diversos assuntos respeitantes aos serviços hospitalares, mas que não alteraram o referido regulamento interno.Actualmente o Hospital de São José integra o Centro Hospitalar Lisboa CentralTipo de Organismo Serviço Nacional de SaúdeÓrgão de Direcção Teresa Maria da Silva SusteloPresidente do Conselho de AdministraçãoEduardo Gomes da SilvaDirector ClínicoAna Maria da Mota SoaresEnfermeiro DirectorJoaquim Daniel Lopes FerroVogalManuel Veloso de BritoVogalAna Isabel Higino Figueiredo GonçalvesVogalLaura Maria Figueiredo de Sousa Dâmaso da SilveiraVogalMorada Rua José António SerranoRegião de Saúde LISBOA E VALE DO TEJODistrito Lisboa. Concelho Lisboa .Freguesia PenaCódigo Postal 1150-199 LISBOATelefone Geral 218 841 267Endereço de correio electrónico sec.ca@chlc.min-saude.pt Bancada Directa aproveita este post e intervém.Estas fotos são nossas e foram captadas no dia 25 de Novembro de 2009. 8h30 da manhã O problema de estacionamento é uma autentica dificuldade em todas as zonas do Hospital de São José. Dificuldade sem solução à vista, apesar dos esforços da Administração em ultrapassar os problemas inerentes. É assim, diariamente, o movimento de ambulancias e taxis levando doentes para a Consulta Externa. Uma das salas da Consulta Externa. O quadro informativo para a chamada e consulta nos gabinetes médicos não funciona e apresenta este aspecto desagradável. Os clientes sentados nas cadeiras meneiam a cabeça (negativamente) com este espectáculo inestético e não funcional. Vá lá, dê lá um jeitnho, senhor chefe dos serviços de manutenção. Os filhos do Hospital agradecemTexto de Adriano Ribeiro


Caros amigos leitores do Bancada Directa Na passada semana pretendia falar do meu Hospital de São José, ao qual chamei a “Minha casa Mãe”. Para além de tudo o que me liga a este Hospital, tenho os meus direitos de ser seu filho, pois nasci nele!Mas quando se escreve ao correr da pena, acabamos a falar de temas muito diferentes daquele que pretendíamos. Foi o caso que comecei a descrever o Rossio ao meio de uma tarde de sábado e acabei por falar da cidade francesa de Bordeaux, que me fazia recordar similitudes com o que acontecia no Rossio naquele espaço temporal. A meio de uma qualquer tarde de um qualquer Fim-de-semana.Descrito o que via no Rossio dirigi-me para o Hospital de São José subindo a Calçada do Garcia e depois a Rua do Arco da Graça.Antes de entrar na história deste Hospital mostro-vos algumas fotos do mesmo Esta ultima imagem refere-se ao Serviço 9 - Ortopedia e Fracturas. Fica já fora do hospital, na Rua de São Lazaro, mas a cerca de 30 metros do mesmo. Em tempos foi aqui a Maternidade Magalhães Coutinho.HistóriaO pormenor históricoO actual Hospital de São José sucedeu ao antigo Hospital Real de Todos os Santos, que teve o seu arranque a 15 de Maio de 1492. Contou com a presença do Rei D. João II, na altura do seu quadragésimo aniversário, apenas três anos antes da sua morte no Alvor. AlgarveA sua inauguração ocorreu nove anos mais tarde, no reinado de D. Manuel I em 1501. A obra esteve a cargo do Mestre das Obras do Reino, o arquitecto Diogo Boitaca. Situava-se no Rossio, ocupando a área da actual Praça da Figueira.Resultado da fusão de pequenos hospitais a sua nomenclatura ficou determinada pela denominação comum aos que se juntaram como “de Todos os Santos (Omnia Sanctorum). Foi também "Hospital Real", e simultaneamente Hospital dos Pobres. As letras O e S mantêm-se até hoje no símbolo que representa a instituição.Conta na sua Igreja com pinturas de Fernão Gomes em dourado.O desenvolvimento da História do Hospital de São JoséO Hospital Real de Todos os Santos, hoje designado por Hospital de São José, foi criado por D. João II, quando ainda príncipe herdeiro, tendo obtido autorização da Santa Sé, a 13 de Agosto de 1479, para reunir os rendimentos de diversos pequenos hospitais de Lisboa e seu termo, a fim de construir um "grande hospital" destinado à assistência de pobres e enfermos. O monarca recorreu ainda a doações pessoais e de particulares, a rendimentos de bens vinculados e de agremiações de oficiais mecânicos, entre outros. Ao longo dos tempos, outras fontes de rendimento foram concedidas ao hospital, nomeadamente as provenientes de licenças para representação de óperas e comédias, cujo direito lhe foi concedido por Carta Régia de 9 de Abril de 1603. Esta doação foi constituída em carta de padrão com salva, a 20 de Novembro de 1759, por 1.300$000 reis de esmola, pagos em quartéis pelos rendimentos da Casa da Moeda.O lançamento da primeira pedra ocorreu em 15 de Maio de 1492, mas a construção só ficou concluída no reinado de D. Manuel. A sua edificação foi feita em terrenos da cerca do convento de São Domingos de Lisboa, os quais correspondem à actual Praça da Figueira. D. Manuel seguiu as instruções deixadas em testamento pelo seu antecessor, quer no que respeita à construção, quer à sua organização e, em 1504, deu-lhe regimento, no qual estabelecia o seu funcionamento, as categorias e o número de funcionários de cada uma delas: capelães, provedor, escrivão do provedor, vedor, físico, cirurgiões, almoxarife, escrivão do almoxarife, enfermeiros, enfermeiros pequenos, cozinheiro, porteiro e guarda portas, boticário, ajudantes de botica, enfermeira de mulheres, cristaleira, lavadeira, alfaiata, hospitaleiro, barbeiro e sangrador, pessoas extraordinárias, como empregados para servirem o provedor, atafoneiro, assadeira e forneira. O regimento estipulava ainda as obrigações e tarefas de cada um, bem como os seus vencimentos.A instituição, que começou a funcionar ainda antes do edifício estar concluído, foi baptizada com o nome de Hospital Real de Todos os Santos. Em forma de cruz, com os quatro braços iguais, correspondendo o braço com o portal para o exterior à igreja e os outros três às enfermarias, duas de homens: a de São Vicente e a de São Cosme e uma de mulheres: a de Santa Clara. No centro da cruz ficava o altar-mor o que permitia que todos os doentes assistissem aos ofícios divinos. Por trás das camas havia portas para retirar os mortos sem que os outros doentes se apercebessem. Havia também junto a cada cama armários para os doentes guardarem os seus objectos pessoais. O edifício tinha várias dependências anexas que serviam de apoio às enfermarias: botica, cozinha, despensa, lavandaria, serviços administrativos e instalações para os funcionários. D. João III mandou reparar algumas dependências e erguer outras, como uma casa para doentes mentais e uma enfermaria para convalescentes, dando ao mesmo tempo várias esmolas em dinheiro, drogas, cera, açúcar, roupas e outras. O edifício sofreu alguns danos com um incêndio que ocorreu em 1601 e ficou parcialmente destruído devido a outro, este em 1750, que atingiu-a igreja e várias dependências, pelo que D. José ordenou a compra de várias propriedades destinadas à sua reconstrução. Com o terramoto de 1 de Novembro de 1755 o edifício ficou completamente arruinado. Foram erguidos hospitais provisórios em São Bento e na casa dos Almadas e depois no Rossio e às Portas de Santo Antão, enquanto se faziam as adaptações necessárias no Colégio de Santo Antão, que pertencera aos Jesuítas. Vinte anos depois, procedeu-se à transferência dos doentes e serviços para as novas instalações. Sob a orientação do então enfermeiro-mor, D. Jorge Francisco de Mendonça Furtado, os habitantes de Lisboa, incluindo a nobreza da corte e as comunidades religiosas, ajudaram a transportar as macas com os doentes e feridos, para as suas novas instalações. O Hospital passou a chamar-se Real de São José em homenagem ao monarca, mantendo-se a estrutura orgânica e funcional que tinha antes do terramoto.No século XIX, a necessidade de expansão motivada pelas epidemias, o aparecimento de novas doenças e o avanço da Medicina levaram à anexação de vários edifícios, alguns deles monásticos, vagos devido à extinção das ordens religiosas, passando a instituição a chamar-se Hospital Real de São José e Anexos (São Lázaro, Desterro, D. Amélia, D. Estefânia, Hospital de Todos os Santos /Hospital de São José e AnexosArroios, Santa Marta, Rilhafoles e Rego). Os relatórios apresentados ao rei pelos enfermeiros-mores, nomeadamente quando tomavam posse do lugar, testemunham as dificuldades com que a assistência se debatia. Nessa época surgiram vários regulamentos e portarias para tentar a melhoria dos serviços. Em 1889, o Ministério do Reino mandou proceder a obras de adaptação e melhoramento do edifício, processo que terminou em 1898.Em 1901 o funcionamento da instituição foi completamente remodelado pelo enfermeiro-mor José Curry da Câmara Cabral (1900-1910) que elaborou um "Regulamento Geral do Hospital de São José e Anexos" e que manteve a sua administração na dependência directa do Ministério do Reino, não tendo, assim, ficado subordinado à Direcção Geral de Saúde e Beneficência Pública. Com a República manteve-se a estrutura montada por Curry Cabral, deixando, no entanto, de chamar-se Real. Pelo Decreto de 9 de Setembro de 1913 a designação passou a ser a de Hospitais Civis de Lisboa, aos quais foi concedida autonomia nos serviços de assistência médica, administração e contabilidade. O nome de Hospitais Civis de Lisboa manteve-se até 1958, data da criação do Ministério da Saúde e Assistência, onde foram integrados, tendo, então, ficado limitada a sua autonomia. Esta viria a desaparecer completamente em 1961, com a criação da Direcção Geral dos Hospitais Civis.A organização do Hospital sofreu diversas alterações. O último regulamento data de 1993. A portaria do Ministério da Saúde n.º 11/93, de 6 de Janeiro, reconheceu que o surgimento de novas especialidades e sub-especialidades e das progressivas exigências qualitativas de quem recorre aos hospitais, obrigava a uma maior complexidade e diferenciação na organização hospitalar. A portaria refere também a importância de regulamentos internos. O regulamento interno do Hospital de São José, assinado em 20 de Novembro de 1992, define os seus objectivos, funções e valências e estrutura os serviços de assistência: departamentos, serviços e áreas funcionais. Posteriormente a este diploma outros foram publicados sobre diversos assuntos respeitantes aos serviços hospitalares, mas que não alteraram o referido regulamento interno.Actualmente o Hospital de São José integra o Centro Hospitalar Lisboa CentralTipo de Organismo Serviço Nacional de SaúdeÓrgão de Direcção Teresa Maria da Silva SusteloPresidente do Conselho de AdministraçãoEduardo Gomes da SilvaDirector ClínicoAna Maria da Mota SoaresEnfermeiro DirectorJoaquim Daniel Lopes FerroVogalManuel Veloso de BritoVogalAna Isabel Higino Figueiredo GonçalvesVogalLaura Maria Figueiredo de Sousa Dâmaso da SilveiraVogalMorada Rua José António SerranoRegião de Saúde LISBOA E VALE DO TEJODistrito Lisboa. Concelho Lisboa .Freguesia PenaCódigo Postal 1150-199 LISBOATelefone Geral 218 841 267Endereço de correio electrónico sec.ca@chlc.min-saude.pt Bancada Directa aproveita este post e intervém.Estas fotos são nossas e foram captadas no dia 25 de Novembro de 2009. 8h30 da manhã O problema de estacionamento é uma autentica dificuldade em todas as zonas do Hospital de São José. Dificuldade sem solução à vista, apesar dos esforços da Administração em ultrapassar os problemas inerentes. É assim, diariamente, o movimento de ambulancias e taxis levando doentes para a Consulta Externa. Uma das salas da Consulta Externa. O quadro informativo para a chamada e consulta nos gabinetes médicos não funciona e apresenta este aspecto desagradável. Os clientes sentados nas cadeiras meneiam a cabeça (negativamente) com este espectáculo inestético e não funcional. Vá lá, dê lá um jeitnho, senhor chefe dos serviços de manutenção. Os filhos do Hospital agradecemTexto de Adriano Ribeiro

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