o tempo das cerejas*: A «zombie» do socretinismo

04-07-2011
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Poder, podia mas... Desta vez, correspondendo parcialmente aos apelos de diversas famílias, não vou dar especial importância a crónica de Fernanda Câncio no DN de hoje em que chama «partido zombie» ao PCP, até porque o Tiago Mota Saraiva já disse aqui o essencial. Entretanto, ninguém tenha dúvida que bem podia recordar que Fernanda Câncio, além de jornalista da casa, tem duas colunas semanais de opinião num jornal que, desde a cessação do seu contrato com Ruben de Carvalho, há anos que não tem um colunista comunista (deve ser porque, na opinião dos chefes da Câncio, aquilo para os lados do PCP é um desolador deserto de valores). Também podia recordar que, em matéria de silêncios e de falas e de solidariedades e falta delas, ainda estou à espera que Câncio e tantos mais respondam ao que escrevi aqui (e também aqui). Mas, em boa verdade, não adiantaria porque eles inventaram o magnifico truque que é dizer que estão a falar de alhos e outros lhes vêm com bugalhos, o que é uma outra maneira de decretarem que eles podem fazer exigências e apelos a quem quiserem mas, quais tabeliões e tutores da democracia, não estão para responder a exigências ou apelos que lhes sejam dirigidos. Ainda podia informar que continuo à espera que F. Câncio conte aos leitores do seu blogue e do DN o que resultou da pesquisa que lhe recomendei no PDF do livro de Rui Mateus «Contos de um PS desconhecido» sobre PS e Coreia do Norte, Iraque de Sadam Hussein e Roménia de Ceascescu. E, por fim, também podia perguntar se não quer aprender nada sobre o PCP lendo (não é treslendo) o que consta aqui (15º parágrafo do ponto 3. do Cap. 2 da Resolução Política do XVIII Congresso).Poder podia mas não era a mesma coisa, como diz o outro no anúncio com o gato. É que há alturas em que o desprezo se justifica.


Poder, podia mas... Desta vez, correspondendo parcialmente aos apelos de diversas famílias, não vou dar especial importância a crónica de Fernanda Câncio no DN de hoje em que chama «partido zombie» ao PCP, até porque o Tiago Mota Saraiva já disse aqui o essencial. Entretanto, ninguém tenha dúvida que bem podia recordar que Fernanda Câncio, além de jornalista da casa, tem duas colunas semanais de opinião num jornal que, desde a cessação do seu contrato com Ruben de Carvalho, há anos que não tem um colunista comunista (deve ser porque, na opinião dos chefes da Câncio, aquilo para os lados do PCP é um desolador deserto de valores). Também podia recordar que, em matéria de silêncios e de falas e de solidariedades e falta delas, ainda estou à espera que Câncio e tantos mais respondam ao que escrevi aqui (e também aqui). Mas, em boa verdade, não adiantaria porque eles inventaram o magnifico truque que é dizer que estão a falar de alhos e outros lhes vêm com bugalhos, o que é uma outra maneira de decretarem que eles podem fazer exigências e apelos a quem quiserem mas, quais tabeliões e tutores da democracia, não estão para responder a exigências ou apelos que lhes sejam dirigidos. Ainda podia informar que continuo à espera que F. Câncio conte aos leitores do seu blogue e do DN o que resultou da pesquisa que lhe recomendei no PDF do livro de Rui Mateus «Contos de um PS desconhecido» sobre PS e Coreia do Norte, Iraque de Sadam Hussein e Roménia de Ceascescu. E, por fim, também podia perguntar se não quer aprender nada sobre o PCP lendo (não é treslendo) o que consta aqui (15º parágrafo do ponto 3. do Cap. 2 da Resolução Política do XVIII Congresso).Poder podia mas não era a mesma coisa, como diz o outro no anúncio com o gato. É que há alturas em que o desprezo se justifica.

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