A TERRA COMO LIMITE...

07-10-2014
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Ministra apela aos portugueses para fazerem "sopa em casa"

A ministra da Saúde, Ana Jorge, apelou hoje, sexta-feira, às famílias portuguesas para fazerem "sopa em casa" em vez de gastarem em "fast food", aproveitando a necessidade de contenção económica e como forma de combater a obesidade.

JN - Ontem

Mesmo assim, de um ministro - da ministra da Saúde neste caso - espera-se sempre que quando produza uma qualquer afirmação como esta, e ainda por cima "on the record", consiga antecipar algumas das interpretações possíveis - mesmo as mais matreiras ou maldosas...

Centremo-nos pois naquele que deve ter sido o sentido que a "seráfica senhora" pretendeu dar ao conselho da sopinha caseira.

Sabemos todos que a obesidade assume já as dimensões de uma verdadeira epidemia silenciosa.

Sabemos ainda, que nenhum meio que possa representar um contributo para a solução do problema, deve ser rejeitado - sabemos nós, porque quanto à ministra, a única coisa que sabe é que cirurgias não...

Nem sempre são óbvios o ministros, mas Ana Jorge não o podia ser mais! A cirurgia por agravar o deficit já preocupante do Serviço Nacional de Saúde, está posta de parte!

Resta pois a sopinha ao estilo da nossa avó, que alia o útil ao agradável (ou "desagradável" na opinião dos putos): protege o orçamento familiar em tempos de crise e contribui para reduzir o número "daqueles doentes chatos" que reclamam do Estado mais apoios para conseguirem baixar dos mórbidos 120 para uns saudáveis 70/80 kg de peso!

O País agradece senhora doutora - o País do combate (a qualquer preço) ao "inestético" deficit obviamente, que o outro, o País real, o dos cidadãos de "carne e osso" - no caso presente, mais carne que osso - esse já tenho dúvidas...

Ministra apela aos portugueses para fazerem "sopa em casa"

A ministra da Saúde, Ana Jorge, apelou hoje, sexta-feira, às famílias portuguesas para fazerem "sopa em casa" em vez de gastarem em "fast food", aproveitando a necessidade de contenção económica e como forma de combater a obesidade.

JN - Ontem

Mesmo assim, de um ministro - da ministra da Saúde neste caso - espera-se sempre que quando produza uma qualquer afirmação como esta, e ainda por cima "on the record", consiga antecipar algumas das interpretações possíveis - mesmo as mais matreiras ou maldosas...

Centremo-nos pois naquele que deve ter sido o sentido que a "seráfica senhora" pretendeu dar ao conselho da sopinha caseira.

Sabemos todos que a obesidade assume já as dimensões de uma verdadeira epidemia silenciosa.

Sabemos ainda, que nenhum meio que possa representar um contributo para a solução do problema, deve ser rejeitado - sabemos nós, porque quanto à ministra, a única coisa que sabe é que cirurgias não...

Nem sempre são óbvios o ministros, mas Ana Jorge não o podia ser mais! A cirurgia por agravar o deficit já preocupante do Serviço Nacional de Saúde, está posta de parte!

Resta pois a sopinha ao estilo da nossa avó, que alia o útil ao agradável (ou "desagradável" na opinião dos putos): protege o orçamento familiar em tempos de crise e contribui para reduzir o número "daqueles doentes chatos" que reclamam do Estado mais apoios para conseguirem baixar dos mórbidos 120 para uns saudáveis 70/80 kg de peso!

O País agradece senhora doutora - o País do combate (a qualquer preço) ao "inestético" deficit obviamente, que o outro, o País real, o dos cidadãos de "carne e osso" - no caso presente, mais carne que osso - esse já tenho dúvidas...

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