Economia dos EUA acelerou 4,6% no segundo trimestre

26-09-2014
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Economia dos EUA acelerou 4,6% no segundo trimestre

Alberto Teixeira

alberto.teixeira@economico.pt

13:46

A maior economia do mundo cresceu no segundo trimestre ao ritmo mais acelerado desde 2011, impulsionada pelo investimento das empresas e pelo consumo das famílias.

A taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) norte-americano no segundo trimestre deste ano foi de 4,6%, acima da anterior estimativa de 4,2%, revelou hoje o Departamento do Comércio dos EUA.

A expansão observada entre Abril e Junho ficou em linha com as estimativas dos analistas sondados pela Bloomberg e segue-se à quebra de 2,1% registada no arranque do ano.

"Após um primeiro trimestre aberrante, o crescimento parece mais sólido para termos um ano mais equilibrado", referiu Dana Saporta, economista do Credit Suisse, à Bloomberg.

Segundo o governo americano, a revisão em alta da expansão económica reflecte melhorias nas despesas das empresas em equipamento e propriedades. O investimento em estruturas não-residenciais somaram 0,35 pontos percentuais para o crescimento no segundo trimestre.

No que diz respeito ao consumo privado, que representa cerca de 70% da economia, o crescimento não revisto foi de 2,5%.

Face aos sinais de aceleração da maior economia do mundo, a Reserva Federal norte-americana ganha novos argumentos para começar a subir os juros para evitar potenciais pressões inflacionistas, estabilizando o crescimento.

Economia dos EUA acelerou 4,6% no segundo trimestre

Alberto Teixeira

alberto.teixeira@economico.pt

13:46

A maior economia do mundo cresceu no segundo trimestre ao ritmo mais acelerado desde 2011, impulsionada pelo investimento das empresas e pelo consumo das famílias.

A taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) norte-americano no segundo trimestre deste ano foi de 4,6%, acima da anterior estimativa de 4,2%, revelou hoje o Departamento do Comércio dos EUA.

A expansão observada entre Abril e Junho ficou em linha com as estimativas dos analistas sondados pela Bloomberg e segue-se à quebra de 2,1% registada no arranque do ano.

"Após um primeiro trimestre aberrante, o crescimento parece mais sólido para termos um ano mais equilibrado", referiu Dana Saporta, economista do Credit Suisse, à Bloomberg.

Segundo o governo americano, a revisão em alta da expansão económica reflecte melhorias nas despesas das empresas em equipamento e propriedades. O investimento em estruturas não-residenciais somaram 0,35 pontos percentuais para o crescimento no segundo trimestre.

No que diz respeito ao consumo privado, que representa cerca de 70% da economia, o crescimento não revisto foi de 2,5%.

Face aos sinais de aceleração da maior economia do mundo, a Reserva Federal norte-americana ganha novos argumentos para começar a subir os juros para evitar potenciais pressões inflacionistas, estabilizando o crescimento.

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