Mais pelo Minho: O lixo que nos toca

02-07-2011
marcar artigo


E quando formos nós, e por nós entenda-se o concelho, a ter de acolher o aterro intermunicipal do Vale do Minho? A questão, que não se colocará tão cedo em virtude do acordo alcançado no ano passado entre a ValorMinho e a Junta de Freguesia de S. Pedro da Torre, Valença, não é de todo descabida, e o comentário deixado pelo Lobo neste post veio recordar que, no futuro, esse cenário pode muito ser uma realidade. Por ora, e como demonstra  a peça do Jornal de Notícias, o aterro intermunicipal vai ficar por Valença até 2021, no que pode representar, explica o jornal, uma poupança de cerca de 2,6 milhões de euros. Mas, e depois? Quando, como aconteceu em 2007, se começar a procurar novo poiso para os lixos dos seis municípios que vão enchendo o aterro de S. Pedro da Torre, será que Paredes de Coura não vai entrar na corrida? Respondendo à pergunta deixada no comentário daquele post: sim, a Câmara de Paredes de Coura já pensou onde eventualmente pode vir a ser instalado aquele equipamento. Em 2007, os estudos, ou pelo menos a indicação da autarquia courense, apontavam para a sua instalação algures em Linhares. Em 2021 pode já não ser este o local sugerido. E certamente não será também o escolhido, até porque, como se viu aquando do processo de renovação de 2007, a escolha dos seis municípios recaiu sobre Cornes, Vila Nova de Cerveira, a escassos metros do actual aterro. E mesmo assim, com a anuência ressarcida da população local, acabou por se manter onde sempre esteve… e onde estará por mais dez anos.


E quando formos nós, e por nós entenda-se o concelho, a ter de acolher o aterro intermunicipal do Vale do Minho? A questão, que não se colocará tão cedo em virtude do acordo alcançado no ano passado entre a ValorMinho e a Junta de Freguesia de S. Pedro da Torre, Valença, não é de todo descabida, e o comentário deixado pelo Lobo neste post veio recordar que, no futuro, esse cenário pode muito ser uma realidade. Por ora, e como demonstra  a peça do Jornal de Notícias, o aterro intermunicipal vai ficar por Valença até 2021, no que pode representar, explica o jornal, uma poupança de cerca de 2,6 milhões de euros. Mas, e depois? Quando, como aconteceu em 2007, se começar a procurar novo poiso para os lixos dos seis municípios que vão enchendo o aterro de S. Pedro da Torre, será que Paredes de Coura não vai entrar na corrida? Respondendo à pergunta deixada no comentário daquele post: sim, a Câmara de Paredes de Coura já pensou onde eventualmente pode vir a ser instalado aquele equipamento. Em 2007, os estudos, ou pelo menos a indicação da autarquia courense, apontavam para a sua instalação algures em Linhares. Em 2021 pode já não ser este o local sugerido. E certamente não será também o escolhido, até porque, como se viu aquando do processo de renovação de 2007, a escolha dos seis municípios recaiu sobre Cornes, Vila Nova de Cerveira, a escassos metros do actual aterro. E mesmo assim, com a anuência ressarcida da população local, acabou por se manter onde sempre esteve… e onde estará por mais dez anos.

marcar artigo