"Exercício de 2013 será o mais difícil desde 1974"

22-02-2013
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Guilherme d'Oliveira Martins diz que a disciplina orçamental tem de ser conjugada com "condições de esperança e confiança" dos cidadãos.

"Já tive oportunidade de dizer que o exercício de 2013 será o mais difícil desde 1974 em razão das condições muito complexas, nomeadamente externas, que permanecem", disse hoje Guilherme d'Oliveira Martins à saída de uma audição no Parlamento quando questionado sobre as novas previsões da Comissão Europeia para Portugal, que apontam para um desemprego de 17,3% e uma recessão de 1,9% este ano.

Relevando que "a Comissão Europeia também prevê que ao longo de 2013 possa começar a haver sinais de recuperação", o presidente do TC sublinha que "o pós-crise tem de começar a ser preparado" e isso significa conjugar a disciplina orçamental com emprego e investimento sem "sacrificar a qualidade do serviço público" e oferecendo "condições de esperança e confiança" aos cidadãos.

Guilherme d'Oliveira Martins diz que a disciplina orçamental tem de ser conjugada com "condições de esperança e confiança" dos cidadãos.

"Já tive oportunidade de dizer que o exercício de 2013 será o mais difícil desde 1974 em razão das condições muito complexas, nomeadamente externas, que permanecem", disse hoje Guilherme d'Oliveira Martins à saída de uma audição no Parlamento quando questionado sobre as novas previsões da Comissão Europeia para Portugal, que apontam para um desemprego de 17,3% e uma recessão de 1,9% este ano.

Relevando que "a Comissão Europeia também prevê que ao longo de 2013 possa começar a haver sinais de recuperação", o presidente do TC sublinha que "o pós-crise tem de começar a ser preparado" e isso significa conjugar a disciplina orçamental com emprego e investimento sem "sacrificar a qualidade do serviço público" e oferecendo "condições de esperança e confiança" aos cidadãos.

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