O plano destina-se a eliminar os obstáculos que travam o crescimento e que já mereceu a crítica de diversas associações.
O conselho de ministros italiano "adoptou um pacote de reformas estruturais para o crescimento" porque "a economia italiana foi travada durante décadas" por "obstáculos" que incluem "a insuficiência da concorrência", declarou Mario Monti após um conselho de ministros que se prolongou por mais de oito horas.
Após a adopção no final de Dezembro de um novo plano de rigor destinado a tranquilizar os mercados quando o país foi envolvido na crise da dívida, Monti desencadeia com estas liberalizações a "segunda fase" da sua acção, destinada a relançar a economia do país, que entrou em recessão.
Os primeiros elementos do novo plano, de acordo com a agência noticiosa AFP, prevêem designadamente o aumento do número das licenças de táxis, das farmácias e dos notários, a liberdade para os proprietários das estações de serviço optarem pelo abastecimento de combustível junto dos fornecedores da sua escolha, ou a abolição das prestações mínimas dos advogados ou dos notários.
Antigo comissário europeu para a concorrência, Monti elegeu esta
área como uma das grandes prioridades desde a sua chegada ao poder em 16 de Novembro, à frente de um governo tecnocrático apoiado por uma maioria parlamentar, e há duas semanas apelou ao "desarmamento multilateral de todas as corporações (...) para dar mais espaço à concorrência e aos jovens".
As associações mais atingidas pelas medidas -- que necessitam de ser legitimadas pelo Parlamento --, já prometeram contestar o plano do governo, com os taxistas a multiplicarem as greves nos últimos dias e as organizações de distribuição de combustível e dos advogados a anunciarem paralisações para breve. A organização dos farmacêuticos Federfarma também não exclui "formas extremas de protesto".
Para além do plano de liberalizações, Monti também anunciou como prioritária uma reforma do mercado de trabalho, outra questão muito sensível e que vai implicar uma reunião entre governo e parceiros sociais na segunda-feira.
O plano destina-se a eliminar os obstáculos que travam o crescimento e que já mereceu a crítica de diversas associações.
O conselho de ministros italiano "adoptou um pacote de reformas estruturais para o crescimento" porque "a economia italiana foi travada durante décadas" por "obstáculos" que incluem "a insuficiência da concorrência", declarou Mario Monti após um conselho de ministros que se prolongou por mais de oito horas.
Após a adopção no final de Dezembro de um novo plano de rigor destinado a tranquilizar os mercados quando o país foi envolvido na crise da dívida, Monti desencadeia com estas liberalizações a "segunda fase" da sua acção, destinada a relançar a economia do país, que entrou em recessão.
Os primeiros elementos do novo plano, de acordo com a agência noticiosa AFP, prevêem designadamente o aumento do número das licenças de táxis, das farmácias e dos notários, a liberdade para os proprietários das estações de serviço optarem pelo abastecimento de combustível junto dos fornecedores da sua escolha, ou a abolição das prestações mínimas dos advogados ou dos notários.
Antigo comissário europeu para a concorrência, Monti elegeu esta
área como uma das grandes prioridades desde a sua chegada ao poder em 16 de Novembro, à frente de um governo tecnocrático apoiado por uma maioria parlamentar, e há duas semanas apelou ao "desarmamento multilateral de todas as corporações (...) para dar mais espaço à concorrência e aos jovens".
As associações mais atingidas pelas medidas -- que necessitam de ser legitimadas pelo Parlamento --, já prometeram contestar o plano do governo, com os taxistas a multiplicarem as greves nos últimos dias e as organizações de distribuição de combustível e dos advogados a anunciarem paralisações para breve. A organização dos farmacêuticos Federfarma também não exclui "formas extremas de protesto".
Para além do plano de liberalizações, Monti também anunciou como prioritária uma reforma do mercado de trabalho, outra questão muito sensível e que vai implicar uma reunião entre governo e parceiros sociais na segunda-feira.