Algibeira: cavalo à solta

04-07-2009
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desenho de Zsófia GyükérMinha laranja amarga e docemeu poemafeito de gomos de saudademinha penapesada e levesecreta e puraminha passagem para o breve breveinstante da loucura.Minha ousadiameu galopeminha rédeameu potro doidominha chamaminha réstiade luz intensade voz abertaminha denúncia do que pensado que sente a gente certa.Em ti respiroem ti eu provopor ti consigoesta força que de novoem ti persigoem ti percorrocavalo à soltapela margem do teu corpo.Minha alegriaminha amarguraminha coragem de correr contra a ternura.Por isso digocanção castigoamêndoa travo corpo alma amante amigopor isso cantopor isso digoalpendre casa cama arca do meu trigo.Meu desafiominha aventuraminha coragem de correr contra a ternura.José Carlos Ary dos SantosFernando Tordo - Cavalo À Solta


desenho de Zsófia GyükérMinha laranja amarga e docemeu poemafeito de gomos de saudademinha penapesada e levesecreta e puraminha passagem para o breve breveinstante da loucura.Minha ousadiameu galopeminha rédeameu potro doidominha chamaminha réstiade luz intensade voz abertaminha denúncia do que pensado que sente a gente certa.Em ti respiroem ti eu provopor ti consigoesta força que de novoem ti persigoem ti percorrocavalo à soltapela margem do teu corpo.Minha alegriaminha amarguraminha coragem de correr contra a ternura.Por isso digocanção castigoamêndoa travo corpo alma amante amigopor isso cantopor isso digoalpendre casa cama arca do meu trigo.Meu desafiominha aventuraminha coragem de correr contra a ternura.José Carlos Ary dos SantosFernando Tordo - Cavalo À Solta

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