CONVERSA... MUITA CONVERSA

29-09-2009
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Mais uma vez reafirmo que o propósito deste blog mais não é do que "publicar" artigos que a mim chamaram a atenção, na minha óptica pessoal e por isso muito discutivel, e que quero "imortalizá-los" ou tê-los sempre a mão, sempre que os quiser ler ou reler. É uma espécie de arquivo privado, album de fotos ou diário. Os textos que escrevo são, por assim dizer, acrescentos que saem da norma, do que este blog deveria ser. Espero que fique então claro, de uma vez por todas, o propósito a que se destina. Recolha de textos que a mim me dizem algo, e pouco mais. Em relação à actuação da Ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, pouco de positivo existe a dizer. Mas como ela, todos os outros anteriores a ela, de todos os governos que existiram. Falta-lhes planificação, uma ideia claro do que pretendem ou não pretendem em termos culturais para o país, falta-lhes Cultura. Bem ou mal, durante o Estado-Novo, havia uma ideia de Cultura para o país, e esta deveria servir o Estado e os seus propositos. A Cultura era um meio de propaganda dos ideias politicos. Sempre foi e sempre o será, desde a antiguidade clássica até aos nossos dias. Mas como a politica anda também um pouco às avessas, assim anda a Cultura. Falta inteligência, conhecimento da Mentalidade do povo português e, por conseguinte, da sua "Cultura". Mas uma coisa é certa, as politicas culturais realizadas neste país nos ultimos anos nunca se destinaram para o "povo" (palavra que abomino pela carga demasiadamente perjurativa que contém). Foram sempre realizadas tendo em conta um grupo de pessoas muito restrito, que anseiam há muito serem o espelho da cultura, do bom-gosto e da inteligência em Portugal. Falo, claro, das Cornucópias todas deste país, que não sendo pessoas boas para a cultura, ganham Prémios Pessoa, entregues pelos meia duzia que os seguem, como um comboio "Expresso", da Lisboa ao Porto, que, infelizmente, não descarrila. Mas a nomeação de Carlos Fragateiro para o Nacional foi o primeiro boicote na linha, o primeiro prego que ajudará a descarrilar esta máquina há muito imposta.Claro que Carlos Fragateiro não será a resposta para os problemas nem a melhor solução. Mas é um começo. Depois dele virão outros, que espero, esses sim, com o programa da revolução cultural há muito esperada e que tarda. DANIES


Mais uma vez reafirmo que o propósito deste blog mais não é do que "publicar" artigos que a mim chamaram a atenção, na minha óptica pessoal e por isso muito discutivel, e que quero "imortalizá-los" ou tê-los sempre a mão, sempre que os quiser ler ou reler. É uma espécie de arquivo privado, album de fotos ou diário. Os textos que escrevo são, por assim dizer, acrescentos que saem da norma, do que este blog deveria ser. Espero que fique então claro, de uma vez por todas, o propósito a que se destina. Recolha de textos que a mim me dizem algo, e pouco mais. Em relação à actuação da Ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, pouco de positivo existe a dizer. Mas como ela, todos os outros anteriores a ela, de todos os governos que existiram. Falta-lhes planificação, uma ideia claro do que pretendem ou não pretendem em termos culturais para o país, falta-lhes Cultura. Bem ou mal, durante o Estado-Novo, havia uma ideia de Cultura para o país, e esta deveria servir o Estado e os seus propositos. A Cultura era um meio de propaganda dos ideias politicos. Sempre foi e sempre o será, desde a antiguidade clássica até aos nossos dias. Mas como a politica anda também um pouco às avessas, assim anda a Cultura. Falta inteligência, conhecimento da Mentalidade do povo português e, por conseguinte, da sua "Cultura". Mas uma coisa é certa, as politicas culturais realizadas neste país nos ultimos anos nunca se destinaram para o "povo" (palavra que abomino pela carga demasiadamente perjurativa que contém). Foram sempre realizadas tendo em conta um grupo de pessoas muito restrito, que anseiam há muito serem o espelho da cultura, do bom-gosto e da inteligência em Portugal. Falo, claro, das Cornucópias todas deste país, que não sendo pessoas boas para a cultura, ganham Prémios Pessoa, entregues pelos meia duzia que os seguem, como um comboio "Expresso", da Lisboa ao Porto, que, infelizmente, não descarrila. Mas a nomeação de Carlos Fragateiro para o Nacional foi o primeiro boicote na linha, o primeiro prego que ajudará a descarrilar esta máquina há muito imposta.Claro que Carlos Fragateiro não será a resposta para os problemas nem a melhor solução. Mas é um começo. Depois dele virão outros, que espero, esses sim, com o programa da revolução cultural há muito esperada e que tarda. DANIES

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