Nenhuma voz dilacera a loucuraNenhuma voz dilacera a loucuranão há fúria ou alimento maduronem outro canto negroé o reflexo do coraçãoou um felino devorando a primavera.Pomares acesos entre destroçosna margem dos anjoso nevoeiro boca a boca a escuta do sangue.Durante o sopro dos solstícios escutoos pomares entre escombrosé o lado exterior da luz dilatadaa luta demoníaca das vozeso sopro da loucura dentro do fogo.O inferno no centro aberto do labirintoinduzindo um halo de lava nos açudes da pelea visão fincada do paraíso sob a insídia dos ecos.João Rasteiro.NEY MATOGROSSO - Balada do Loucohttp://letras.terra.com.br/ney-matogrosso/http://pt.wikipedia.org/wiki/Ney_Matogrosso
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Nenhuma voz dilacera a loucuraNenhuma voz dilacera a loucuranão há fúria ou alimento maduronem outro canto negroé o reflexo do coraçãoou um felino devorando a primavera.Pomares acesos entre destroçosna margem dos anjoso nevoeiro boca a boca a escuta do sangue.Durante o sopro dos solstícios escutoos pomares entre escombrosé o lado exterior da luz dilatadaa luta demoníaca das vozeso sopro da loucura dentro do fogo.O inferno no centro aberto do labirintoinduzindo um halo de lava nos açudes da pelea visão fincada do paraíso sob a insídia dos ecos.João Rasteiro.NEY MATOGROSSO - Balada do Loucohttp://letras.terra.com.br/ney-matogrosso/http://pt.wikipedia.org/wiki/Ney_Matogrosso