.canto.chão.: 8º .encontr'[m]ão

27-10-2008
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Iquando olhava as caras adormecidasas pessoasas bocasos olhosas respirações compassadasos ritmos mais lentosos rostos retorcidosà esquerda e à direitaas bocas abertasos roncosapercebia.se da falibilidade do serda imprevisibilidade.................................cativa de sideixava.se fluir no torvelinho que inventavaqual náufragogostava de agarrar.se a certezas quenão possuíaninguém o acompanharia ao partirfá.lo.ia sozinhonum tempo de resistênciasabia.se o marinheiro de água docequenunca havia aportadoquenunca havia embarcadoera um malquerente................................. um homem prático -claude théberge.


Iquando olhava as caras adormecidasas pessoasas bocasos olhosas respirações compassadasos ritmos mais lentosos rostos retorcidosà esquerda e à direitaas bocas abertasos roncosapercebia.se da falibilidade do serda imprevisibilidade.................................cativa de sideixava.se fluir no torvelinho que inventavaqual náufragogostava de agarrar.se a certezas quenão possuíaninguém o acompanharia ao partirfá.lo.ia sozinhonum tempo de resistênciasabia.se o marinheiro de água docequenunca havia aportadoquenunca havia embarcadoera um malquerente................................. um homem prático -claude théberge.

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