ao ler um dos sub-títulos utilizados na edição da entrevista do seleccionador nacional carlos queiroz ao desportivo ' o jogo', 'não há brasileiros na selecção portuguesa', apetece-me parafrasear ou, se quiserem, parodiar à volta do sentimento castelhano que embora afirme não acreditar em bruxas remata sempre a frase com a convicção,...'pero las hay!'.ao longo da conversa com o jornalista se em relação aos jogadores queiroz diz não existirem brasileiros colocando, quanto a mim bem, as opções futuras que possa ter que vir a exercer em casos como os de liedson e ou de paulo assunção, nas mãos da direcção da 'federação', por se tratar em primeira mão de uma opção política, daí afirmar, também, não terem havido 'nigerianos' na representação olímpica portuguesa, já quando quer explicar o início titubeante da equipa portuguesa no percurso de qualificação não consegue escapar à existência de pelo menos um brasileiro quando refere, 'Se eu de repente começar a falar noutra língua, talvez as pessoas sejam mais generosas. Talvez isso acontecesse se eu falasse espanhol, inglês ou português com sotaque…' e, mais à frente, 'O que não temos é o Mundial'2010 em Portugal. Se isso acontecesse, teríamos dois anos de preparação, iríamos fazer 17 ou 18 jogos amigáveis e estaríamos automaticamente apurados. Mas não é isso. Vou dar este dado: desde o dia que peguei na Selecção e até ao último dia de qualificação, a Selecção vai fazer menos jogos do que Portugal teve desde o primeiro dia até entrar no Euro'2004. Vamos ter 10 jogos de apuramento e sete amigáveis. São menos do que os jogos de preparação que houve anteriormente…'podemos portanto dizer, sem receio, que não havendo nenhum 'brasileiro,' daqueles de carne e osso, na selecção portuguesa, carlos queiroz não consegue fugir à omnipresença de um brasileiro, este de nascimento e passaporte, que dá pelo nome de luís felipe scolari.ou, pelo menos, fugir do seu fantasma.
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ao ler um dos sub-títulos utilizados na edição da entrevista do seleccionador nacional carlos queiroz ao desportivo ' o jogo', 'não há brasileiros na selecção portuguesa', apetece-me parafrasear ou, se quiserem, parodiar à volta do sentimento castelhano que embora afirme não acreditar em bruxas remata sempre a frase com a convicção,...'pero las hay!'.ao longo da conversa com o jornalista se em relação aos jogadores queiroz diz não existirem brasileiros colocando, quanto a mim bem, as opções futuras que possa ter que vir a exercer em casos como os de liedson e ou de paulo assunção, nas mãos da direcção da 'federação', por se tratar em primeira mão de uma opção política, daí afirmar, também, não terem havido 'nigerianos' na representação olímpica portuguesa, já quando quer explicar o início titubeante da equipa portuguesa no percurso de qualificação não consegue escapar à existência de pelo menos um brasileiro quando refere, 'Se eu de repente começar a falar noutra língua, talvez as pessoas sejam mais generosas. Talvez isso acontecesse se eu falasse espanhol, inglês ou português com sotaque…' e, mais à frente, 'O que não temos é o Mundial'2010 em Portugal. Se isso acontecesse, teríamos dois anos de preparação, iríamos fazer 17 ou 18 jogos amigáveis e estaríamos automaticamente apurados. Mas não é isso. Vou dar este dado: desde o dia que peguei na Selecção e até ao último dia de qualificação, a Selecção vai fazer menos jogos do que Portugal teve desde o primeiro dia até entrar no Euro'2004. Vamos ter 10 jogos de apuramento e sete amigáveis. São menos do que os jogos de preparação que houve anteriormente…'podemos portanto dizer, sem receio, que não havendo nenhum 'brasileiro,' daqueles de carne e osso, na selecção portuguesa, carlos queiroz não consegue fugir à omnipresença de um brasileiro, este de nascimento e passaporte, que dá pelo nome de luís felipe scolari.ou, pelo menos, fugir do seu fantasma.