BOLA NA ÁREA: Na Madeira

20-05-2009
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Enquanto o bailinho da Madeira está no intervalo, este é um fim de semana que mostrou a todos a diferença entre os dois maiores clubes portugueses.Comprova que o FC Porto ganha campeonatos porque joga para ganhar, procura em todos os jogos ter uma atitude ganhadora no terreno, seja com este ou aquele treinador.Aliás, o meu amigo madeirense Bruno, maritimista há mais de 40 anos, e que tenho o imenso gosto de o ter como amigo há quase 20, dizia-me que antigamente o Benfica onde entrava era para ganhar e indiscutivelmente é o Porto que o faz nestes últimos 30 anos.E porque o campeonato está praticamente decidido, gostaria que alguém me explicasse porque que o Hermínio Loureiro, presidente da Liga de Clubes, demorou tanto tempo a entregar os dois troféus ao campeão das duas ultimas épocas.?Será que tinha receio de ir ao Dragão??Se foi por isso, não servia para árbitro, pois é daqueles que gosta de passar entre os pingos da chuva.E por falar em árbitro, como já se começa a pensar na Final da Taça de Portugal, um dos árbitros que bem merece arbitrar esse jogo é Paulo Costa, que tem a oportunidade de o fazer, pois vão jogar duas equipas do distrito do Porto.Há três jornadas atrás, quem não foi enganado pelo guarda-redes foi precisamente o árbitro Paulo Costa. No lance em que teve que decidir se era golo do Belenenses decidiu correctamente, porque Kieszek não foi carregado por Saulo.As Leis do futebol protegem os guarda-redes contra as cargas, no momento em que toda a atenção esta colocada na bola. O guarda-redes não pode ser carregado na sua área de baliza, mas fora da área de baliza é equiparado aos outros jogadores, no que respeita a cargas, pois encontra-se fora da sua zona de protecção.Quanto às cargas legais, elas são permitidas, mesmo com um certo vigor, pois não é um acto rude nem violento, mesmo que casualmente provoque a queda de quem a recebe. A carga legal, em todas as circunstâncias, é inoportuna, se for efectuada sem a bola a uma distância jogável. Esta distância de jogo, é uma questão de apreciação por parte do árbitro, cerca de 2 a 3 metros, significando que um jogador pode ser carregado mesmo não estando da posse da bola, desde que o esforço cometido para a sua conquista seja decisivo por parte dos jogadores interessados.Em Belém, Saulo, jogador do Belenenses, concentrou toda a sua atenção na bola que vinha pelo ar, estando de costas para Kieszek. O guarda-redes do Vitoria de Setúbal saiu da baliza procurando a bola e indo ao encontro e ao contacto com Saulo. Contacto este no limite da área de baliza ou já no seu exterior. Nesta circunstância, não houve qualquer carga do avançado sobre o guarda-redes, validando o árbitro da A.F. Porto, correctamente, o primeiro golo do encontro. Sujeitando-se, a seguir, à opinião, correcta ou não, do observador que o pontuou, em função deste lance, no minucioso relatório do jogo.


Enquanto o bailinho da Madeira está no intervalo, este é um fim de semana que mostrou a todos a diferença entre os dois maiores clubes portugueses.Comprova que o FC Porto ganha campeonatos porque joga para ganhar, procura em todos os jogos ter uma atitude ganhadora no terreno, seja com este ou aquele treinador.Aliás, o meu amigo madeirense Bruno, maritimista há mais de 40 anos, e que tenho o imenso gosto de o ter como amigo há quase 20, dizia-me que antigamente o Benfica onde entrava era para ganhar e indiscutivelmente é o Porto que o faz nestes últimos 30 anos.E porque o campeonato está praticamente decidido, gostaria que alguém me explicasse porque que o Hermínio Loureiro, presidente da Liga de Clubes, demorou tanto tempo a entregar os dois troféus ao campeão das duas ultimas épocas.?Será que tinha receio de ir ao Dragão??Se foi por isso, não servia para árbitro, pois é daqueles que gosta de passar entre os pingos da chuva.E por falar em árbitro, como já se começa a pensar na Final da Taça de Portugal, um dos árbitros que bem merece arbitrar esse jogo é Paulo Costa, que tem a oportunidade de o fazer, pois vão jogar duas equipas do distrito do Porto.Há três jornadas atrás, quem não foi enganado pelo guarda-redes foi precisamente o árbitro Paulo Costa. No lance em que teve que decidir se era golo do Belenenses decidiu correctamente, porque Kieszek não foi carregado por Saulo.As Leis do futebol protegem os guarda-redes contra as cargas, no momento em que toda a atenção esta colocada na bola. O guarda-redes não pode ser carregado na sua área de baliza, mas fora da área de baliza é equiparado aos outros jogadores, no que respeita a cargas, pois encontra-se fora da sua zona de protecção.Quanto às cargas legais, elas são permitidas, mesmo com um certo vigor, pois não é um acto rude nem violento, mesmo que casualmente provoque a queda de quem a recebe. A carga legal, em todas as circunstâncias, é inoportuna, se for efectuada sem a bola a uma distância jogável. Esta distância de jogo, é uma questão de apreciação por parte do árbitro, cerca de 2 a 3 metros, significando que um jogador pode ser carregado mesmo não estando da posse da bola, desde que o esforço cometido para a sua conquista seja decisivo por parte dos jogadores interessados.Em Belém, Saulo, jogador do Belenenses, concentrou toda a sua atenção na bola que vinha pelo ar, estando de costas para Kieszek. O guarda-redes do Vitoria de Setúbal saiu da baliza procurando a bola e indo ao encontro e ao contacto com Saulo. Contacto este no limite da área de baliza ou já no seu exterior. Nesta circunstância, não houve qualquer carga do avançado sobre o guarda-redes, validando o árbitro da A.F. Porto, correctamente, o primeiro golo do encontro. Sujeitando-se, a seguir, à opinião, correcta ou não, do observador que o pontuou, em função deste lance, no minucioso relatório do jogo.

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