Helena Oliveira, adjunta do ex-governador dá uma entrevista ao Jornal do Centro (http://www.jornaldocentro.pt/) e fala da sua passagem por aquele órgão do poder regional. Confesso que até simpatizo com a senhora e tenho dela a ideia duma mulher empenhada e competente. E, como lhe diz a jornalista na primeira pergunta se não foi ela o governador bem pareceu e ainda bem pois a ex-figura principal era tão sinistra, apagada e cinzentona que raramente era visto pela praça pública... sendo frequentemente substituido com vantagem por esta senhora. Sobre a opinião com que ficou dos governos civis Helena Oliveira diz que "parece-lhe que o esvaziaram demais. Havia, por exemplo, a atribuição de licenças que passou para as autarquias, e outras situações. E, por vezes, é desagradável até para nós fazermos um bocadinho figura de corpo presente." E, ao que consta nesta coisa do corpo presente ouve vezes em que a comunicação social sabia que determinado deputado ou governante vinha a Viseu e o governo civil não. Razão suficiente para a jornalista perguntar se faz sentido os governos civis continuarem a existir? Helena Oliveira respondeu que "pode não se designar por governo civil, mas penso que devem reavaliar o trabalho dos governos civis. As atribuições, por exemplo. Existem algumas situações que realmente podem ser feitas pelas autarquias. Há situações ridículas. Por exemplo, para lançar um foguete em Cinfães era preciso pedir uma licença ao governo civil. Esse tipo de coisas não tem lógica." Afinal, esvaziaram muito os Governos Civis ou ainda os deviam esvaziar mais? À semelhança doutras atribuições, provávelmente, e a julgar pela experiência da Helena Oliveira também estas deviam passar para as autarquias e "reavaliar o trabalho". Papel de representação? E, para isso é preciso aquela estrutura imensa? Para não falar na distribuição dos subsidios? Uma análise desse facto dá para um post dos grandes, acreditem! No âmbito da reforma administrativa e a bem da redução da despesa pública, é altura do poder politico olhar para estas estruturas locais. E, com o novo desenho administrativo da GAMVIS quem faz esta ponte com o poder governativo? O Governador ou o Presidente da GAMVIS até porque as áreas podem, e no caso de Viseu, nem coincidem, logo assuntos de Gouveia são com o Governador da Guarda e os de Mangualde ali ao lado, com Viseu? Organizem-se!... E, poupem! Os tempos assim o exigem!
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Helena Oliveira, adjunta do ex-governador dá uma entrevista ao Jornal do Centro (http://www.jornaldocentro.pt/) e fala da sua passagem por aquele órgão do poder regional. Confesso que até simpatizo com a senhora e tenho dela a ideia duma mulher empenhada e competente. E, como lhe diz a jornalista na primeira pergunta se não foi ela o governador bem pareceu e ainda bem pois a ex-figura principal era tão sinistra, apagada e cinzentona que raramente era visto pela praça pública... sendo frequentemente substituido com vantagem por esta senhora. Sobre a opinião com que ficou dos governos civis Helena Oliveira diz que "parece-lhe que o esvaziaram demais. Havia, por exemplo, a atribuição de licenças que passou para as autarquias, e outras situações. E, por vezes, é desagradável até para nós fazermos um bocadinho figura de corpo presente." E, ao que consta nesta coisa do corpo presente ouve vezes em que a comunicação social sabia que determinado deputado ou governante vinha a Viseu e o governo civil não. Razão suficiente para a jornalista perguntar se faz sentido os governos civis continuarem a existir? Helena Oliveira respondeu que "pode não se designar por governo civil, mas penso que devem reavaliar o trabalho dos governos civis. As atribuições, por exemplo. Existem algumas situações que realmente podem ser feitas pelas autarquias. Há situações ridículas. Por exemplo, para lançar um foguete em Cinfães era preciso pedir uma licença ao governo civil. Esse tipo de coisas não tem lógica." Afinal, esvaziaram muito os Governos Civis ou ainda os deviam esvaziar mais? À semelhança doutras atribuições, provávelmente, e a julgar pela experiência da Helena Oliveira também estas deviam passar para as autarquias e "reavaliar o trabalho". Papel de representação? E, para isso é preciso aquela estrutura imensa? Para não falar na distribuição dos subsidios? Uma análise desse facto dá para um post dos grandes, acreditem! No âmbito da reforma administrativa e a bem da redução da despesa pública, é altura do poder politico olhar para estas estruturas locais. E, com o novo desenho administrativo da GAMVIS quem faz esta ponte com o poder governativo? O Governador ou o Presidente da GAMVIS até porque as áreas podem, e no caso de Viseu, nem coincidem, logo assuntos de Gouveia são com o Governador da Guarda e os de Mangualde ali ao lado, com Viseu? Organizem-se!... E, poupem! Os tempos assim o exigem!