A fazer fé em posts do Pedro Correia e do João Gonçalves, o semanário Sol conta uma história sobre admissões no Tribunal de Contas. O eventual nepotismo (uma das funcionárias é filha de um dos juízes-conselheiros do referido tribunal), a existir, deve ser avaliado por Guilherme d’Oliveira Martins. Entretanto, convém explicar à jornalista Graça Rosendo que as «transferências» e «as requsições» são mecanismos de mobilidade «entre funcionários de nomeação definitiva». Não se transferem ou requisitam desempregados, avençados, contratados, estagiários, etc. Portanto, os tais «catorze novos funcionários» foram transferidos de, ou requisitados a, outros organismos do Estado. Não vieram ali da leitaria da esquina, nem das filas do centro de emprego. Aliás, a notícia citada sinaliza o lugar de origem da filha do juiz: «foi requisitada ao IPSS» onde, de resto, era (ou foi) directora de serviços... Novos funcionários? Os da notícia não são com certeza.Etiquetas: Sociedade
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A fazer fé em posts do Pedro Correia e do João Gonçalves, o semanário Sol conta uma história sobre admissões no Tribunal de Contas. O eventual nepotismo (uma das funcionárias é filha de um dos juízes-conselheiros do referido tribunal), a existir, deve ser avaliado por Guilherme d’Oliveira Martins. Entretanto, convém explicar à jornalista Graça Rosendo que as «transferências» e «as requsições» são mecanismos de mobilidade «entre funcionários de nomeação definitiva». Não se transferem ou requisitam desempregados, avençados, contratados, estagiários, etc. Portanto, os tais «catorze novos funcionários» foram transferidos de, ou requisitados a, outros organismos do Estado. Não vieram ali da leitaria da esquina, nem das filas do centro de emprego. Aliás, a notícia citada sinaliza o lugar de origem da filha do juiz: «foi requisitada ao IPSS» onde, de resto, era (ou foi) directora de serviços... Novos funcionários? Os da notícia não são com certeza.Etiquetas: Sociedade