.: Esquina . do . Mundo :.: Ainda assim temos dias lindos

01-07-2005
marcar artigo

Contrariando o cenário avançado sábado pelo Bento, creio que Alberto João Jardim não será candidato à liderança nacional do PSD. Se Santana Lopes não conseguir evitar uma catástrofe eleitoral (leia-se a maioria absoluta do PS), avançará António Borges. O economista já mostrou disponibilidade e é a figura mais bem vista pelos cavaquistas, que já lhe começaram a abrir caminho, atacando a ala "barrosista" do partido, metendo no mesmo saco Santana e Morais Sarmento. Recorde-se que Sarmento está na "pole-position" entre os apoiantes de Durão Barroso.A propósito da situação política, ninguém destacou convenientemente um facto: diz a Constituição que um presidente da República não pode demitir o Governo, ou dissolver o Parlamento, nos primeiros, e nos últimos seis meses do mandato. O que equivale a dizer que o Executivo saído das próximas eleições terá um ano para governar sem ser incomodado.Imagine-se então um cenário: o dito Governo é minoritário. E oposição cria uma "força de bloqueio" no Parlamento....Em resumo, caros amigos, Jorge Sampaio deveria ter agido há quatro meses. Infelizmente, o tacticismo do Presidente, que já custou quatro meses de mau governo, poderá acarretar consequências muito mais graves do que aquelas que os "comentadores oficiais do regime" previram.Ainda assim, temos dias lindos, escreveu Vasco Pulido Valente no Público (www.publico.pt). Subscrevo inteiramenteGonçalo Nuno Santos

Contrariando o cenário avançado sábado pelo Bento, creio que Alberto João Jardim não será candidato à liderança nacional do PSD. Se Santana Lopes não conseguir evitar uma catástrofe eleitoral (leia-se a maioria absoluta do PS), avançará António Borges. O economista já mostrou disponibilidade e é a figura mais bem vista pelos cavaquistas, que já lhe começaram a abrir caminho, atacando a ala "barrosista" do partido, metendo no mesmo saco Santana e Morais Sarmento. Recorde-se que Sarmento está na "pole-position" entre os apoiantes de Durão Barroso.A propósito da situação política, ninguém destacou convenientemente um facto: diz a Constituição que um presidente da República não pode demitir o Governo, ou dissolver o Parlamento, nos primeiros, e nos últimos seis meses do mandato. O que equivale a dizer que o Executivo saído das próximas eleições terá um ano para governar sem ser incomodado.Imagine-se então um cenário: o dito Governo é minoritário. E oposição cria uma "força de bloqueio" no Parlamento....Em resumo, caros amigos, Jorge Sampaio deveria ter agido há quatro meses. Infelizmente, o tacticismo do Presidente, que já custou quatro meses de mau governo, poderá acarretar consequências muito mais graves do que aquelas que os "comentadores oficiais do regime" previram.Ainda assim, temos dias lindos, escreveu Vasco Pulido Valente no Público (www.publico.pt). Subscrevo inteiramenteGonçalo Nuno Santos

marcar artigo