Erotismo na Cidade: Sólida

19-07-2005
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Impunha-lhe olhar e corpo. Exigia-lhe corpo e olhar.O corpo dele indefeso. O corpo dela que o prendia.As mãos que o percorriam. O olhar que o penetrava. A língua que lhe falava na língua.E escorria sólida no corpo dele.Mordeu-lhe um ombro com força quando ele se moveu.Agarrou a mão que lhe acariciava as costas. Prendeu-a na sua.Com a outra mão fechou-lhe os olhos:- Não te movas. Não me olhes. Sente-te.E escorria sólida no corpo dele.Nos braços dele abriu os braços. Foi abraço nos braços.Mordeu-lhe lábios e língua. Roubou-lhe ar e gemidos. Sorveu-lhe saliva e sabor.Foi beijo. Boca na boca.E escorria sólida no corpo dele.Abriu-lhe as pernas com as pernas.O peito colado ao peito. As ancas coladas ás ancas. O sexo colado ao sexo.Sólida.Movendo-se. Movendo-o. Tomando-o. Ocupando coxas e sexo.E escorreu líquida no corpo dele.Líquida como a saliva que nele deixava rasto.Beijo corpo que o percorria. Beijo língua que o envolvia.E a mão aberta no peito dele que lhe dizia:- Não te movas. Não me olhes. Sente-te.E escorreu líquida no corpo dele.Contornou o desejo sólido nas coxas dele. Evitou o desejo sólido do sexo dele.Foi beijo e boca nas pernas. Nos músculos tensos. Nos joelhos que antes abrira com os seus.A mão soltou o peito que prendia. A boca soltou o corpo que tremia.Parou.Sólida ante o corpo dele.E no espaço que abrira entre as pernas dele, sentou-se.Olhou o desejo entre as coxas dele. O sexo que a esperava.O corpo dele que esperava que escorresse líquida nas coxas dele.Ele abriu os olhos. A surpresa no olhar. A pergunta no olhar. A ansiedade no corpo.-Pede, disse-lhe ela.Foto: Doug Lester

Impunha-lhe olhar e corpo. Exigia-lhe corpo e olhar.O corpo dele indefeso. O corpo dela que o prendia.As mãos que o percorriam. O olhar que o penetrava. A língua que lhe falava na língua.E escorria sólida no corpo dele.Mordeu-lhe um ombro com força quando ele se moveu.Agarrou a mão que lhe acariciava as costas. Prendeu-a na sua.Com a outra mão fechou-lhe os olhos:- Não te movas. Não me olhes. Sente-te.E escorria sólida no corpo dele.Nos braços dele abriu os braços. Foi abraço nos braços.Mordeu-lhe lábios e língua. Roubou-lhe ar e gemidos. Sorveu-lhe saliva e sabor.Foi beijo. Boca na boca.E escorria sólida no corpo dele.Abriu-lhe as pernas com as pernas.O peito colado ao peito. As ancas coladas ás ancas. O sexo colado ao sexo.Sólida.Movendo-se. Movendo-o. Tomando-o. Ocupando coxas e sexo.E escorreu líquida no corpo dele.Líquida como a saliva que nele deixava rasto.Beijo corpo que o percorria. Beijo língua que o envolvia.E a mão aberta no peito dele que lhe dizia:- Não te movas. Não me olhes. Sente-te.E escorreu líquida no corpo dele.Contornou o desejo sólido nas coxas dele. Evitou o desejo sólido do sexo dele.Foi beijo e boca nas pernas. Nos músculos tensos. Nos joelhos que antes abrira com os seus.A mão soltou o peito que prendia. A boca soltou o corpo que tremia.Parou.Sólida ante o corpo dele.E no espaço que abrira entre as pernas dele, sentou-se.Olhou o desejo entre as coxas dele. O sexo que a esperava.O corpo dele que esperava que escorresse líquida nas coxas dele.Ele abriu os olhos. A surpresa no olhar. A pergunta no olhar. A ansiedade no corpo.-Pede, disse-lhe ela.Foto: Doug Lester

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