Ao acordar senti um calafrio na espinha. Sabia que algures no mundo uma gorda pisava um pé macio. Que alguém ia partir um salto de uns Jimmy Shoe e deitar fora sem chorar a desgraça imensa. Que uma bicha tonta não ia reconhecer Dinah Washington e pensaria que a Britney é linda e canta bem. Ao abrir os olhos percebi que muita coisa mudou nos últimos anos. Lentamente dirigi-me à toilette para retocar a maquillagem mas o telefone tocou. Era o conservador do museu de arte contemporânea do Miratejo. Tinha acontecido um crime hediondo: alguém assassinou a cadelinha da Dona Alzira, mãe do restaurador das pinturas rupestres. A rafeirinha guardava as couves dos ataques das raposas matreiras, e foi envenenada com carne de pombo estragada. Sendo uma especialista em Tecidos de Polyester estranhei ser contactada para o efeito, mas como sempre fui muito amiga do guarda-nocturno do museu (amigas, não há como ser possuída sobre uma imitação de cómoda D. Maria, com o tampo de marmorite fria a massajar as costas tendo o guarda fardado ainda com o bastão no coldre) depreendi que buscavam a minha expertise na pesquisa de meliantes, mafiosos e homens sabujos em geral. Queriam que eu encontrasse o criminoso! Vesti a saia justa azul da Prada, colecção de 2004, blusa acetinada ouro velho da Dior, calcei as sandálias Gucci, padrão Grace Kelly, com a matching bag, e nem tive tempo para unificar a base em torno do rosto, mas não padeço de imperfeições. Sentei-me ao volante do meu Volvo, edição especial para os Transportes Sul do Tejo e fui insegura para o Concelho de Almada. Pelo caminho li os meus apontamentos sobre a fêmea sagrada, compilação pessoal que tinha guardado dos tempos em que assistia “Eterno Feminino” da Teresa Guilherme, completados pelas notas que a Ana Marques me proporciona no seu belíssimo programa que vejo em repetição da Sic mulher, enquanto espero pelos clientes da noite. Horas de inutilidades e trivialidades regurgitadas por pseudo-especialistas cujas licenciaturas compradas na Universidade Internacional validam de forma inegável. É impressionante a quantidade de símbolos maravilhosos que existem para fazer de pendentes em colares e brincos. Devia abrir uma loja de bijuterie. Chegada ao local sabia que algo não corria bem quando olho para o responsável pela investigação. Era velho, careca, gordo e feio. Como posso eu trabalhar com semelhantes condições? FairyGodDaughter, volta, preciso ajuda! O desgraçado salivou quando me viu as pernas bem torneadas e balbuciou umas palavras com sotaque da Arrentela, Seixal, que não percebi, mas também não me interessou. Entrei no fantástico barracão pré-fabricado onde se encontrava instalado o museu, contando os degraus (2 no total) que levavam à sala principal, onde estava exposta a mostra de tachos e panelas Silampos e as saladeiras em pirex que sobraram da colecção particular da Polux. Atravessei a sala de arquivo, repleta de papéis e envelopes e documentos fundamentais na contratação de pessoal auxiliar e de limpeza. Parei junto a uma grade extensível que vedava o acesso ao quintal das traseiras, onde verdejavam as couves e alfaces da Dona Alzira. Vi um saco preto que cobria o cadáver da pobre cachorra Pantufinha. Um polícia alto, de nádegas firmes e provocantes estava inclinado, desenhando a giz os contornos do corpo inerte, enquanto o médico legista aguardava a libertação das provas, fumando SG ventil (pobre adora fumar cigarros que parecem beatas). O agente da lei voltou-se e eu senti os meus mamilos enrijecer e transparecer no dourado impecável da Dior. Esta investigação ia ser dura, muito dura. Ai sim que dura, oh mais, tão grande, tão dura. AAaaah siiiiim…. Desculpem, perdi-me… Senti uma mão sapuda e suada tocar-me no ombro e dei um salto assustada. Era o velho gordo e careca que se abeirava de minha pessoa para segredar algo. Sorri e fingi perceber o que grunhiu, apenas por delicadeza. Sim, eu sou educada e dócil quando é preciso. Pelo canto do olhar percebi que iria ter problemas. O velho olhava-me guloso e pensava arrastar-me para um canto e tocar-me nas nádegas. O meu polícia alto e sensual percebeu também e estendeu-me a mão para me ajudar a não pisar o estrume que adubava o quintalzito e serviu-me de escudo humano contra os ataques do babão idoso. Atrapalhadamente desviamo-nos para um portão de acesso às traseiras (a minha especialidade) e entramos numa daquelas pequenas motos de três rodas da Piaggio, cheia de couves na parte da carga. Fugimos a alta velocidade dali. Para cima de 14km por hora! Como ia montada no polícia (ai que rico bastão) de costas para o caminho, via perfeitamente a estrada atrás de nós e percebi que éramos seguidos por uma motoreta casal boss. Tratava-se de uma freira, a Irmã Balbina, uma freira africana muito escura com olhos fulminantes. Escondemo-nos numa vivenda geminada, à babuge da Estrada Nacional 10, em Fernão Ferro, propriedade de uma amiga minha, Lady Sesimbra, uma velha estudiosa de fenómenos paranormais, prima em segundo grau da Maya. Desde o 25 de Abril que Lady Sesimbra coleccionava a obra de Eduardo Prado Coelho e a pintura de Artur Bual, cruzando-as na busca dos segredos da velha ordem da Pampilhosa da Serra. Ainda sem ter recuperado o fôlego da viagem atribulada montada no meu polícia (Marco Alberto de seu nome) expus atabalhoada a nossa aventura recente. Os olhos pequeninos da Lady brilharam. Ela sabia que não era comum uma pila com mais de 24cm a sul do Fogueteiro, e o meu Marco Alberto intrigava-a. A Ordem de Pampilhosa da Serra dedica-se à análise histórica do tamanho dos pénis dos homens cujo nome começa pelas letras de “A” a “M”. Anos de investigação tinham secado os ovários da Lady, mas não lhe tinham saciado o apetite pelo felatio. Quando escutamos o motor a dois tempos do fiat 127 que o velho inspector, gordo e careca, conduzia, a parar junto à porta da vivenda “Mastro ardente”, percebemos que tínhamos de agir depressa. Agarrada aos meus apontamentos da fêmea sagrada, e ao falo do Marco Alberto, corremos para o Opel Ascona de Lady Sesimbra e aceleramos loucamente a caminho da Arrábida, onde nos aguardava um bote de borracha a motor, que nos levaria a Tróia, onde sabíamos residir a chave de todo o problema. Atrás de nós, sem nos aperceberemos, seguia a irmã Balbina, louca de desejo, cansada que estava das velas da sacristia. O lugar onde antes se erguiam orgulhosas, como dois símbolos fálicos, as torres da Torralta, em Tróia, não era mais do que um buraco com escombros e entulho. Sob um pedaço de cimento e tijolo partido estava uma entrada para as caves, por onde deslizamos com olhar lúbrico e de quem tem muita prática em quartos escuros e lugares abandonados. Lady Sesimbra escorregou num liquido viscoso que lhe escorria da vagina ressequida e encarquilhada, e ficou para trás. Eu não podia parar. O Polícia Marco Alberto estendeu-me a mão e sorriu. Eu sabia que ele tinha algo único, e não consegui evitar meter dois dedos dentro das cuecas e massajar o meu esfíncter. Descendo cada vez mais a escuridão adensava-se. Sem aviso, uma luz imensa e intensa iluminou os escombros daquela cave que em tempos servia como supermercado da cadeia Sol-Mar. Lá dentro, aguardava-nos com uma marreta cheia de pregos, irmã Balbina, tresloucada, escondendo uma tesoura de poda. Marco Alberto não percebeu, mas eu senti o meu mundo a desmoronar, pois sabia que a freira húmida queria cortar e guardar o mangalho do meu polícia. Num movimento rápido, passei à frente do Marco Alberto, levantei a saia Prada, baixei as cuequinhas fio dental La Perla, entalei o marsápio entre as nádegas e atirei o meu bloco de notas comprado do Lidl, onde guardava a informação sobre a fêmea sagrada, bem em cheio na tromba da freira gulosa, conseguindo com a força aplicada, vazar-lhe o olho direito com as argolas do cadernito. Sempre com o badalo encaixado no meu bumbum doirado, amarrei a badalhoca com as minhas meias de seda Triumph e amordacei aquela boca conspurcada pela piroquinha do Padre da Paróquia de Coina. Sem avisar, o Marco Alberto atingiu o orgasmo e o seu orgulho masculino atingiu proporções inauditas. Senti as bordas anais esticar ao limite do anatomicamente aceitável. Percebi que ele era um eleito. Um filho escolhido. Havia ali muito sangue a encher a real pica!Descobri o nirvana. Atingi o conhecimento. Resolvi o código genético. Levei 8 pontos no cu!
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Ao acordar senti um calafrio na espinha. Sabia que algures no mundo uma gorda pisava um pé macio. Que alguém ia partir um salto de uns Jimmy Shoe e deitar fora sem chorar a desgraça imensa. Que uma bicha tonta não ia reconhecer Dinah Washington e pensaria que a Britney é linda e canta bem. Ao abrir os olhos percebi que muita coisa mudou nos últimos anos. Lentamente dirigi-me à toilette para retocar a maquillagem mas o telefone tocou. Era o conservador do museu de arte contemporânea do Miratejo. Tinha acontecido um crime hediondo: alguém assassinou a cadelinha da Dona Alzira, mãe do restaurador das pinturas rupestres. A rafeirinha guardava as couves dos ataques das raposas matreiras, e foi envenenada com carne de pombo estragada. Sendo uma especialista em Tecidos de Polyester estranhei ser contactada para o efeito, mas como sempre fui muito amiga do guarda-nocturno do museu (amigas, não há como ser possuída sobre uma imitação de cómoda D. Maria, com o tampo de marmorite fria a massajar as costas tendo o guarda fardado ainda com o bastão no coldre) depreendi que buscavam a minha expertise na pesquisa de meliantes, mafiosos e homens sabujos em geral. Queriam que eu encontrasse o criminoso! Vesti a saia justa azul da Prada, colecção de 2004, blusa acetinada ouro velho da Dior, calcei as sandálias Gucci, padrão Grace Kelly, com a matching bag, e nem tive tempo para unificar a base em torno do rosto, mas não padeço de imperfeições. Sentei-me ao volante do meu Volvo, edição especial para os Transportes Sul do Tejo e fui insegura para o Concelho de Almada. Pelo caminho li os meus apontamentos sobre a fêmea sagrada, compilação pessoal que tinha guardado dos tempos em que assistia “Eterno Feminino” da Teresa Guilherme, completados pelas notas que a Ana Marques me proporciona no seu belíssimo programa que vejo em repetição da Sic mulher, enquanto espero pelos clientes da noite. Horas de inutilidades e trivialidades regurgitadas por pseudo-especialistas cujas licenciaturas compradas na Universidade Internacional validam de forma inegável. É impressionante a quantidade de símbolos maravilhosos que existem para fazer de pendentes em colares e brincos. Devia abrir uma loja de bijuterie. Chegada ao local sabia que algo não corria bem quando olho para o responsável pela investigação. Era velho, careca, gordo e feio. Como posso eu trabalhar com semelhantes condições? FairyGodDaughter, volta, preciso ajuda! O desgraçado salivou quando me viu as pernas bem torneadas e balbuciou umas palavras com sotaque da Arrentela, Seixal, que não percebi, mas também não me interessou. Entrei no fantástico barracão pré-fabricado onde se encontrava instalado o museu, contando os degraus (2 no total) que levavam à sala principal, onde estava exposta a mostra de tachos e panelas Silampos e as saladeiras em pirex que sobraram da colecção particular da Polux. Atravessei a sala de arquivo, repleta de papéis e envelopes e documentos fundamentais na contratação de pessoal auxiliar e de limpeza. Parei junto a uma grade extensível que vedava o acesso ao quintal das traseiras, onde verdejavam as couves e alfaces da Dona Alzira. Vi um saco preto que cobria o cadáver da pobre cachorra Pantufinha. Um polícia alto, de nádegas firmes e provocantes estava inclinado, desenhando a giz os contornos do corpo inerte, enquanto o médico legista aguardava a libertação das provas, fumando SG ventil (pobre adora fumar cigarros que parecem beatas). O agente da lei voltou-se e eu senti os meus mamilos enrijecer e transparecer no dourado impecável da Dior. Esta investigação ia ser dura, muito dura. Ai sim que dura, oh mais, tão grande, tão dura. AAaaah siiiiim…. Desculpem, perdi-me… Senti uma mão sapuda e suada tocar-me no ombro e dei um salto assustada. Era o velho gordo e careca que se abeirava de minha pessoa para segredar algo. Sorri e fingi perceber o que grunhiu, apenas por delicadeza. Sim, eu sou educada e dócil quando é preciso. Pelo canto do olhar percebi que iria ter problemas. O velho olhava-me guloso e pensava arrastar-me para um canto e tocar-me nas nádegas. O meu polícia alto e sensual percebeu também e estendeu-me a mão para me ajudar a não pisar o estrume que adubava o quintalzito e serviu-me de escudo humano contra os ataques do babão idoso. Atrapalhadamente desviamo-nos para um portão de acesso às traseiras (a minha especialidade) e entramos numa daquelas pequenas motos de três rodas da Piaggio, cheia de couves na parte da carga. Fugimos a alta velocidade dali. Para cima de 14km por hora! Como ia montada no polícia (ai que rico bastão) de costas para o caminho, via perfeitamente a estrada atrás de nós e percebi que éramos seguidos por uma motoreta casal boss. Tratava-se de uma freira, a Irmã Balbina, uma freira africana muito escura com olhos fulminantes. Escondemo-nos numa vivenda geminada, à babuge da Estrada Nacional 10, em Fernão Ferro, propriedade de uma amiga minha, Lady Sesimbra, uma velha estudiosa de fenómenos paranormais, prima em segundo grau da Maya. Desde o 25 de Abril que Lady Sesimbra coleccionava a obra de Eduardo Prado Coelho e a pintura de Artur Bual, cruzando-as na busca dos segredos da velha ordem da Pampilhosa da Serra. Ainda sem ter recuperado o fôlego da viagem atribulada montada no meu polícia (Marco Alberto de seu nome) expus atabalhoada a nossa aventura recente. Os olhos pequeninos da Lady brilharam. Ela sabia que não era comum uma pila com mais de 24cm a sul do Fogueteiro, e o meu Marco Alberto intrigava-a. A Ordem de Pampilhosa da Serra dedica-se à análise histórica do tamanho dos pénis dos homens cujo nome começa pelas letras de “A” a “M”. Anos de investigação tinham secado os ovários da Lady, mas não lhe tinham saciado o apetite pelo felatio. Quando escutamos o motor a dois tempos do fiat 127 que o velho inspector, gordo e careca, conduzia, a parar junto à porta da vivenda “Mastro ardente”, percebemos que tínhamos de agir depressa. Agarrada aos meus apontamentos da fêmea sagrada, e ao falo do Marco Alberto, corremos para o Opel Ascona de Lady Sesimbra e aceleramos loucamente a caminho da Arrábida, onde nos aguardava um bote de borracha a motor, que nos levaria a Tróia, onde sabíamos residir a chave de todo o problema. Atrás de nós, sem nos aperceberemos, seguia a irmã Balbina, louca de desejo, cansada que estava das velas da sacristia. O lugar onde antes se erguiam orgulhosas, como dois símbolos fálicos, as torres da Torralta, em Tróia, não era mais do que um buraco com escombros e entulho. Sob um pedaço de cimento e tijolo partido estava uma entrada para as caves, por onde deslizamos com olhar lúbrico e de quem tem muita prática em quartos escuros e lugares abandonados. Lady Sesimbra escorregou num liquido viscoso que lhe escorria da vagina ressequida e encarquilhada, e ficou para trás. Eu não podia parar. O Polícia Marco Alberto estendeu-me a mão e sorriu. Eu sabia que ele tinha algo único, e não consegui evitar meter dois dedos dentro das cuecas e massajar o meu esfíncter. Descendo cada vez mais a escuridão adensava-se. Sem aviso, uma luz imensa e intensa iluminou os escombros daquela cave que em tempos servia como supermercado da cadeia Sol-Mar. Lá dentro, aguardava-nos com uma marreta cheia de pregos, irmã Balbina, tresloucada, escondendo uma tesoura de poda. Marco Alberto não percebeu, mas eu senti o meu mundo a desmoronar, pois sabia que a freira húmida queria cortar e guardar o mangalho do meu polícia. Num movimento rápido, passei à frente do Marco Alberto, levantei a saia Prada, baixei as cuequinhas fio dental La Perla, entalei o marsápio entre as nádegas e atirei o meu bloco de notas comprado do Lidl, onde guardava a informação sobre a fêmea sagrada, bem em cheio na tromba da freira gulosa, conseguindo com a força aplicada, vazar-lhe o olho direito com as argolas do cadernito. Sempre com o badalo encaixado no meu bumbum doirado, amarrei a badalhoca com as minhas meias de seda Triumph e amordacei aquela boca conspurcada pela piroquinha do Padre da Paróquia de Coina. Sem avisar, o Marco Alberto atingiu o orgasmo e o seu orgulho masculino atingiu proporções inauditas. Senti as bordas anais esticar ao limite do anatomicamente aceitável. Percebi que ele era um eleito. Um filho escolhido. Havia ali muito sangue a encher a real pica!Descobri o nirvana. Atingi o conhecimento. Resolvi o código genético. Levei 8 pontos no cu!