O presidente do município de Alcácer do Sal, Pedro Paredes, congratulou-se com a atribuição pelo governo de 158 mil euros à autarquia, metade do valor empregue na reparação dos estragos resultantes das cheias de 2006. «Estamos muito gratos por este apoio, tardio, mas em boa hora. Não nos podemos queixar», salientou o autarca alentejano, em declarações à agência Lusa.O valor, que hoje é entregue pelo governo, corresponde a metade dos prejuízos contabilizados nas intempéries ocorridas nos meses de Novembro e Dezembro de 2006, que totalizaram 316 mil euros. A cerimónia de assinatura do contrato-programa para a reabilitação e consolidação de equipamentos municipais danificados pelas cheias contou com a presença do secretário de Estado Adjunto e da Administração Local, Eduardo Cabrita. O governante deverá deslocar-se nos próximos dias a outros dois municípios do litoral alentejano, Santiago do Cacém e Odemira, onde serão assinados protocolos semelhantes, adiantou à Lusa fonte da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDRA).Em Alcácer do Sal, a verba atribuída destina-se a compensar financeiramente a autarquia pelos investimentos já realizados na reparação de duas estradas e de uma escadaria, sendo que os últimos trabalhos ainda estão a decorrer. «Na altura, tivemos que agir de imediato na reparação de dois acessos à cidade, o pontão de Gargolim, que liga Casebres a Alcácer, e a entrada norte de Alcácer, que faz a ligação a Setúbal, mas as obras das escadas de Santa Luzia, menos urgentes, só terminam dentro de duas a três semanas», precisou Pedro Paredes. A reparação dos lanços de escadas, situados na encosta do Castelo, envolve a colocação de micro-estacas para dar consistência às terras, já que as chuvadas do Inverno de 2006 abriram «brechas no terreno e os alicerces ficaram soltos», explicou.Pedro Paredes tenciona aproveitar a presença de Eduardo Cabrita para pedir ao governante para que «interceda pela construção da nova Escola Secundária de Alcácer do Sal, que já teve financiamento garantido e este ano foi retirada do Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC)».Nos concelhos de Santiago do Cacém e Odemira, os prejuízos decorrentes das cheias de 2006 foram estimados em cerca de cinco milhões de euros, apesar de as autarquias terem apresentado ao governo pedidos de financiamento relativos a valores mais baixos, de um milhão de euros e de 1,9 milhões, respectivamente, adiantaram na altura os dois autarcas. Segundo a CCDRA, os apoios agora concedidos referem-se à reparação de estradas municipais, execução de saneamento, recolocação de sinalização, reconstrução de pontais e limpeza de barragens e ribeiras.* * * * * * * * * * * * * * * *FONTE: Diário Digital
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O presidente do município de Alcácer do Sal, Pedro Paredes, congratulou-se com a atribuição pelo governo de 158 mil euros à autarquia, metade do valor empregue na reparação dos estragos resultantes das cheias de 2006. «Estamos muito gratos por este apoio, tardio, mas em boa hora. Não nos podemos queixar», salientou o autarca alentejano, em declarações à agência Lusa.O valor, que hoje é entregue pelo governo, corresponde a metade dos prejuízos contabilizados nas intempéries ocorridas nos meses de Novembro e Dezembro de 2006, que totalizaram 316 mil euros. A cerimónia de assinatura do contrato-programa para a reabilitação e consolidação de equipamentos municipais danificados pelas cheias contou com a presença do secretário de Estado Adjunto e da Administração Local, Eduardo Cabrita. O governante deverá deslocar-se nos próximos dias a outros dois municípios do litoral alentejano, Santiago do Cacém e Odemira, onde serão assinados protocolos semelhantes, adiantou à Lusa fonte da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDRA).Em Alcácer do Sal, a verba atribuída destina-se a compensar financeiramente a autarquia pelos investimentos já realizados na reparação de duas estradas e de uma escadaria, sendo que os últimos trabalhos ainda estão a decorrer. «Na altura, tivemos que agir de imediato na reparação de dois acessos à cidade, o pontão de Gargolim, que liga Casebres a Alcácer, e a entrada norte de Alcácer, que faz a ligação a Setúbal, mas as obras das escadas de Santa Luzia, menos urgentes, só terminam dentro de duas a três semanas», precisou Pedro Paredes. A reparação dos lanços de escadas, situados na encosta do Castelo, envolve a colocação de micro-estacas para dar consistência às terras, já que as chuvadas do Inverno de 2006 abriram «brechas no terreno e os alicerces ficaram soltos», explicou.Pedro Paredes tenciona aproveitar a presença de Eduardo Cabrita para pedir ao governante para que «interceda pela construção da nova Escola Secundária de Alcácer do Sal, que já teve financiamento garantido e este ano foi retirada do Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC)».Nos concelhos de Santiago do Cacém e Odemira, os prejuízos decorrentes das cheias de 2006 foram estimados em cerca de cinco milhões de euros, apesar de as autarquias terem apresentado ao governo pedidos de financiamento relativos a valores mais baixos, de um milhão de euros e de 1,9 milhões, respectivamente, adiantaram na altura os dois autarcas. Segundo a CCDRA, os apoios agora concedidos referem-se à reparação de estradas municipais, execução de saneamento, recolocação de sinalização, reconstrução de pontais e limpeza de barragens e ribeiras.* * * * * * * * * * * * * * * *FONTE: Diário Digital